Civilizar la barbarie: Poder y hegemonía del discurso jurídico desde Martín Fierro. Estudios de derecho y literatura en Argentina

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Fecha
2021-08-30
Editorial
Universidade Federal da Grande Dourados. Faculdade de Direito e Relações Internacionais
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ISSN
eISSN
2177-7837
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Español
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Resumen
El presente artículo se propone indagar en torno a los mecanismos y dispositivos que permiten la auto-legitimación y centralidad del discurso jurídico. Las herramientas metodológicas que aportan los estudios iusfilosóficos de "derecho y literatura", permiten visibilizar otras perspectivas narrativas que emergen por fuera del relato hegemónico al mismo tiempo que plantean su resignificación. En este orden de ideas, el poema narrativo Martín Fierro ofrece categorías e instrumentos teóricos capaces de analizar la construcción del discurso jurídico. Como parte del proceso de organización política del siglo XIX, las categorías de sujeto, ley, violencia, barbarie o Estado no solo serán desarrolladas y constituidas desde el derecho argentino sino también expuestas y desarticuladas por el texto de José Hernández.
This article aims to investigate the mechanisms and devices that allow the selflegitimation and centrality of legal discourse. The methodological tools provided by the iusphilosophical studies of “law and literature” allow the visibility of other narrative perspectives that emerge outside the hegemonic narrative at the same time that they propose its resignification. In this order of ideas, the narrative poem Martín Fierro offers categories and theoretical instruments capable of analyzing the construction of legal discourse. As part of the process of political organization in the nineteenth century, the categories of subject, law, violence, barbarism or State will not only be developed and constituted from Argentine law but also exposed and disjointed by the text of José Hernández.
Este artigo tem como objetivo investigar os mecanismos e dispositivos que permitem a autolegitimação e a centralidade do discurso jurídico. As ferramentas metodológicas fornecidas pelos estudos iusfilosóficos do “direito e da literatura” permitem tornar visíveis outras perspectivas narrativas que emergem fora da história hegemônica ao mesmo tempo que propõem sua ressignificação. Nessa ordem de ideias, o poema narrativo Martín Fierro oferece categorias e instrumentos teóricos capazes de analisar a construção do discurso jurídico. Como parte do processo de organização política do século XIX, as categorias de sujeito, lei, violência, barbárie ou Estado não só serão desenvolvidas e constituídas a partir do direito argentino, mas também expostas e desarticuladas pelo texto de José Hernández.
This article aims to investigate the mechanisms and devices that allow the selflegitimation and centrality of legal discourse. The methodological tools provided by the iusphilosophical studies of “law and literature” allow the visibility of other narrative perspectives that emerge outside the hegemonic narrative at the same time that they propose its resignification. In this order of ideas, the narrative poem Martín Fierro offers categories and theoretical instruments capable of analyzing the construction of legal discourse. As part of the process of political organization in the nineteenth century, the categories of subject, law, violence, barbarism or State will not only be developed and constituted from Argentine law but also exposed and disjointed by the text of José Hernández.
Este artigo tem como objetivo investigar os mecanismos e dispositivos que permitem a autolegitimação e a centralidade do discurso jurídico. As ferramentas metodológicas fornecidas pelos estudos iusfilosóficos do “direito e da literatura” permitem tornar visíveis outras perspectivas narrativas que emergem fora da história hegemônica ao mesmo tempo que propõem sua ressignificação. Nessa ordem de ideias, o poema narrativo Martín Fierro oferece categorias e instrumentos teóricos capazes de analisar a construção do discurso jurídico. Como parte do processo de organização política do século XIX, as categorias de sujeito, lei, violência, barbárie ou Estado não só serão desenvolvidas e constituídas a partir do direito argentino, mas também expostas e desarticuladas pelo texto de José Hernández.
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