Past, present and future of epilepsy
; McIntyre, Dan Otros responsables
Fecha
2007-12-17
Editorial
Univeristária Metodista
Revista
Ciencia Em Movimento
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
1517-1914
eISSN
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Idioma
Inglés
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Resumen
Epilepsy is a complex brain disorder with diverse clinical features. Moreover, epilepsy is one of the most common serious neurological disorders worldwide with no age, racial, social class, national or geographic boundaries. This disease causes recurring seizures that happen when clusters of neurons in the brain send out wrong signals. A common way to explain seizures is that a disruption has ocurred in the normal balan- ce of excitation and inhibition. Using different experimental models, it is clear that genes, developmental mechanisms, and neural plasticity play major roles in creating a state of underlying hyperexitability. Epilep- sy patients may have strange sensations and emotions or behave strangely before a seizure occurs. Diffe- rent features of epileptic seizures have been reported, where the patients may have violent muscle spasms or lose consciousness. This is a disorder with many possible causes, making mechanistic predictions a challenge. Anything that disturbs the normal pattern of neuron activity - from illness to brain damage to abnormal brain development - can lead to epilepsy. Several experimental models have been developed wi- th the objective to gain insight into the mechanisms of disruption involved in epilepsy. Nonetheless, the target and/or mechanism of action of many of drugs used to control epilepsy remains unclear. Their eluci- dation should improve diagnosis and may provide new targets for the development of specifi c prophylactic therapies for epilepsy
A epilepsia é desordem cerebral complexa com diversas manifestações clínicas. Além disso, a epilepsia é uma das doenças neurológicas mais comuns ao longo do planeta, sem barreiras geográfi cas para idade, raça, sexo ou nacionalidade. A doença causa convulsões recorrentes que ocorrem quando grupos de neu- rônios cerebrais sinalizam erroneamente. Um modo comum de explicar as convulsões é a de que houve uma falha do balanço normal de excitação e inibição. Através do uso de diferentes modelos experimentais está claro que genes, mecanismos de desenvolvimento e plasticidade neural têm um papel importante em criar o estado de hiperexcitabilidade. Pacientes com epilepsia podem ter sensações estranhas e se com- portar de forma estranha antes de uma convulsão. Diferentes formas de convulsões epilépticas são documentadas, onde os pacientes podem ter violentos espasmos musculares ou perda de consciência. Esta é uma doença com várias causas possíveis, fazendo com que a previsão dos mecanismos seja um desafio. Qualquer modificação no padrão normal de atividade neuronal, desde doenças, dano cerebral até desenvolvimento cerebral anormal, pode levar a epilepsia. Diversos modelos experimentais têm sido desenvolvidos com o objetivo de entender os mecanismos envolvidos na epilepsia. Entretanto, o alvo ou o mecanismo de ação de muitos dos fármacos utilizados no controle da epilepsia permanecem obscuros. A sua elucidação deverá melhorar o diagnóstico e providenciar novos alvos para o desenvolvimento de terapias profiláticas para a epilepsia.
A epilepsia é desordem cerebral complexa com diversas manifestações clínicas. Além disso, a epilepsia é uma das doenças neurológicas mais comuns ao longo do planeta, sem barreiras geográfi cas para idade, raça, sexo ou nacionalidade. A doença causa convulsões recorrentes que ocorrem quando grupos de neu- rônios cerebrais sinalizam erroneamente. Um modo comum de explicar as convulsões é a de que houve uma falha do balanço normal de excitação e inibição. Através do uso de diferentes modelos experimentais está claro que genes, mecanismos de desenvolvimento e plasticidade neural têm um papel importante em criar o estado de hiperexcitabilidade. Pacientes com epilepsia podem ter sensações estranhas e se com- portar de forma estranha antes de uma convulsão. Diferentes formas de convulsões epilépticas são documentadas, onde os pacientes podem ter violentos espasmos musculares ou perda de consciência. Esta é uma doença com várias causas possíveis, fazendo com que a previsão dos mecanismos seja um desafio. Qualquer modificação no padrão normal de atividade neuronal, desde doenças, dano cerebral até desenvolvimento cerebral anormal, pode levar a epilepsia. Diversos modelos experimentais têm sido desenvolvidos com o objetivo de entender os mecanismos envolvidos na epilepsia. Entretanto, o alvo ou o mecanismo de ação de muitos dos fármacos utilizados no controle da epilepsia permanecem obscuros. A sua elucidação deverá melhorar o diagnóstico e providenciar novos alvos para o desenvolvimento de terapias profiláticas para a epilepsia.
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