Aproximaciones a una estética de la desapropiación en Caja de fractales, de Luis Othoniel Rosa

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Fecha
05/2025
Editorial
Universidad Nacional de La Pampa. Facultad de Ciencias Humanas.Instituto de Investigaciones Literarias y Discursivas
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ISSN
0329-3807
eISSN
1851-4669
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Español
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Resumen
Pensar la relación entre lo Común y lo Singular en los trabajos literarios es una actividad compleja. Para estudiarla se analizará la novela del escritor puertorriqueño Luis Othoniel Rosa Caja de fractales, publicada en el año 2017, con el propósito de identificar procedimientos que den cuenta de una doble naturaleza común de la literatura: al mismo tiempo un uso colectivo sobre una tradición, que pertenece a todos y a nadie, y el producto transindividual que resulta del trabajo singular de un “individuo de grupo”. En el caso de Rosa, se presta especial atención a procedimientos ligados a los problemas de la propiedad intelectual y a su trasgresión, en el contexto de lo que el escritor denomina una “estética anarquista” y que la escritora mexicana Cristina Rivera Garza llama “poéticas de la desapropiación”.
To think about relationship between the Common and the Singular in literary works is a complex activity. To study it, this article analyzes the 2017 novel Caja de fractales, by Puerto Rican writer Luis Othoniel Rosa, in order to identify the procedures that account for literature’s double common nature: at the same time, a collective use of a tradition, which belongs to everyone and no one, and the transindividual product resulting from the singular work of a "group individual". In Rosa's case, special attention will be paid to procedures linked to the problems of intellectual property and its transgression, in the context of what the writer calls an "anarchist aesthetic" and what the Mexican writer Cristina Rivera Garza calls "poetics of disappropriation".
Pensar sobre a relação entre o Comum e o Singular em obras literárias é uma atividade complexa. Para estudá-la, analisaremos o romance do escritor porto-riquenho Luis Othoniel Rosa Caja de fractales, publicado em 2017, como objetivo de identificar os procedimentos que dão conta de uma dupla natureza comum da literatura: ao mesmo tempo, o uso coletivo de uma tradição que pertence a todos e a ninguém, e o produto transindividual que resulta do trabalho singular de um "indivíduo de grupo". No caso de Rosa, será dada atenção especial aos procedimentos ligados aos problemas de propriedade intelectual e sua transgressão, no contexto do que o escritor chama de "estética anarquista" e do que a escritora mexicana Cristina Rivera Garza chama de "poéticas da desapropriação".
To think about relationship between the Common and the Singular in literary works is a complex activity. To study it, this article analyzes the 2017 novel Caja de fractales, by Puerto Rican writer Luis Othoniel Rosa, in order to identify the procedures that account for literature’s double common nature: at the same time, a collective use of a tradition, which belongs to everyone and no one, and the transindividual product resulting from the singular work of a "group individual". In Rosa's case, special attention will be paid to procedures linked to the problems of intellectual property and its transgression, in the context of what the writer calls an "anarchist aesthetic" and what the Mexican writer Cristina Rivera Garza calls "poetics of disappropriation".
Pensar sobre a relação entre o Comum e o Singular em obras literárias é uma atividade complexa. Para estudá-la, analisaremos o romance do escritor porto-riquenho Luis Othoniel Rosa Caja de fractales, publicado em 2017, como objetivo de identificar os procedimentos que dão conta de uma dupla natureza comum da literatura: ao mesmo tempo, o uso coletivo de uma tradição que pertence a todos e a ninguém, e o produto transindividual que resulta do trabalho singular de um "indivíduo de grupo". No caso de Rosa, será dada atenção especial aos procedimentos ligados aos problemas de propriedade intelectual e sua transgressão, no contexto do que o escritor chama de "estética anarquista" e do que a escritora mexicana Cristina Rivera Garza chama de "poéticas da desapropriação".
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