El artista plástico Hélio Oiticica: Escritor y fotógrafo

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Fecha
01/2017
Editorial
Universidad Federal de Santa Catarina
Revista
Outra Travessia
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
0101-9570
eISSN
2176-8552
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
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Palabras clave
Resumen
El artículo indaga en la dimensión literaria y fotográfica del artista visual Hélio Oititica. Para ello se concentra en la serie de Bólides que Oiticica dedicó a los bandidos Cara de Cavalo y Alcir Figueira, el B33 Bólide-caixa 18 “Homenagem a Cara de Cavalo”- caixa-poema, el B44 Bólide-caixa 21 caixa-poema 3: porque a impossibilidade? y el B56 Bólidecaixa 24 “Caracara Cara de Cavalo, y al estandarte-bandera Seja marginal, seja herói, que reproduce la imagen del Bólide B44. El objetivo del texto consiste en analizar los procesos de apropiación y reenmarque que allí pone en juego Oiticica teniendo en cuenta que trabaja con fotografías públicas y privadas de los bandidos. La lectura se completa poniendo en relación tales fotografías con los textos-poemas y textos-eslogans producidos para los Bólides y para el estandarte-bandera.
O artigo explora a dimensão literária e fotográfica do artista visual Hélio Oiticica. Para isso enxerga na série de Bólides que Oiticica dedicou aos bandidos Cara Cavalo e Alcir Figueira, o B33 Bólide-caixa 18 “Homenagem a Cara de Cavalo” – caixa-poema, o B44 Bólide-caixa 21 caixa-poema 3: porque impossibilidade? e o B56 Bólidecaixa 24 “Caracara Cara de Cavalo, e o estandarte-bandeira Seja marginal, seja herói, que reproduz a imagem do Bólide B44. O objetivo do texto é analisar os processos de apropriação postos em jogo por Oiticica, sobre tudo porque ele trabalha com fotografias públicas e privadas dos bandidos. A leitura é completada ligando tais fotografias com textos-poemas e textos-slogans produzidos para esses Bólides e para o estandarte-bandeira.
O artigo explora a dimensão literária e fotográfica do artista visual Hélio Oiticica. Para isso enxerga na série de Bólides que Oiticica dedicou aos bandidos Cara Cavalo e Alcir Figueira, o B33 Bólide-caixa 18 “Homenagem a Cara de Cavalo” – caixa-poema, o B44 Bólide-caixa 21 caixa-poema 3: porque impossibilidade? e o B56 Bólidecaixa 24 “Caracara Cara de Cavalo, e o estandarte-bandeira Seja marginal, seja herói, que reproduz a imagem do Bólide B44. O objetivo do texto é analisar os processos de apropriação postos em jogo por Oiticica, sobre tudo porque ele trabalha com fotografias públicas e privadas dos bandidos. A leitura é completada ligando tais fotografias com textos-poemas e textos-slogans produzidos para esses Bólides e para o estandarte-bandeira.
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