Las percepciones de la inseguridad en relación con las noticias delictivas: un análisis desde la recepción

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Fecha
06/2018
Editorial
Universidad del Rosario
Revista
Anuario Electrónico de Estudios en Comunicación Social "Disertaciones"
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Institución organizadora
ISSN
eISSN
1856-9536
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Idioma
Español
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Resumen
Los medios de comunicación —específicamente la televisión— son señalados como uno de los responsables de la creciente inquietud por la inseguridad. Se sostiene que exageran en la enunciación de las noticias policiales, que tienen intereses o intenciones en generar miedo, que son sensacionalistas. Pero ¿cómo interpretan los sujetos a los medios cuando representan ‘la inseguridad’ y cómo decodifican esta información? ¿Qué lugar ocupan las noticias de inseguridad en la percepción de los sujetos? En este artículo se presentan algunos hallazgos que muestran, a través de un trabajo de recepción, los modos en que la información mediática de la inseguridad se imbrica en la vida cotidiana de los sujetos y con las distintas formas de percepción de los espectadores, de clasificación de la información, de interés cognitivo y de credibilidad en los medios cuando representan al delito.
The media —specifically television— is identified as one of those responsible for the growing concern about insecurity. It is argued that if it exaggerates the enunciation of police news, with interests or intentions of generating fear, they are sensational. But, how do individuals interpret media when narrating ‘insecurity’? Which social senses overlap in decoding media narratives about urban crime? This article covers tensions around how media information about insecurity overlaps individuals’ daily lives and the audience’s different perceptions, classification of information, cognitive interest, and credibility when the media represent crime. The perspective leading us was a historical and cultural understanding of the news consumption phenomenon, which sought to account for the different ways of appropriation of media discourse regarding ‘insecurity’.
Os meios de comunicação —especificamente a televisão— são assinalados como um dos responsáveis da crescente inquietude pela segurança. Sustenta-se que exageram na enunciação das notícias policiais, que têm interesses ou intenções em gerar medo, que são sensacionalistas. Mas, como interpretam os sujeitos aos meios quando representam “a insegurança” e como decodificam esta informação? Que lugar ocupam as notícias de insegurança na perceção dos sujeitos? Neste artigo apresentam-se alguns resultados que mostram, através de um trabalho de receção, os modos em que a informação mediática da insegurança se imbrica na vida cotidiana dos sujeitos e com as distintas formas de perceção dos espectadores, de classificação da informação, de interesse cognitivo, e de credibilidade nos meios quando representam ao delito.
The media —specifically television— is identified as one of those responsible for the growing concern about insecurity. It is argued that if it exaggerates the enunciation of police news, with interests or intentions of generating fear, they are sensational. But, how do individuals interpret media when narrating ‘insecurity’? Which social senses overlap in decoding media narratives about urban crime? This article covers tensions around how media information about insecurity overlaps individuals’ daily lives and the audience’s different perceptions, classification of information, cognitive interest, and credibility when the media represent crime. The perspective leading us was a historical and cultural understanding of the news consumption phenomenon, which sought to account for the different ways of appropriation of media discourse regarding ‘insecurity’.
Os meios de comunicação —especificamente a televisão— são assinalados como um dos responsáveis da crescente inquietude pela segurança. Sustenta-se que exageram na enunciação das notícias policiais, que têm interesses ou intenções em gerar medo, que são sensacionalistas. Mas, como interpretam os sujeitos aos meios quando representam “a insegurança” e como decodificam esta informação? Que lugar ocupam as notícias de insegurança na perceção dos sujeitos? Neste artigo apresentam-se alguns resultados que mostram, através de um trabalho de receção, os modos em que a informação mediática da insegurança se imbrica na vida cotidiana dos sujeitos e com as distintas formas de perceção dos espectadores, de classificação da informação, de interesse cognitivo, e de credibilidade nos meios quando representam ao delito.
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