Capítulo de Libro

Organização Molecular do Sistema de Temporização Circadiano

Rodrigues Barbosa, Mayara ; Agostino, Patricia Icon; Gomes de Andrade, Tiago

Fecha

2025

Editorial

Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Revista

Título del libro

Medicina Circadiana: fundamentos e aplicações clínicas

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Institución organizadora

ISSN

eISSN

ISBN

978-65-5569-566-3

Idioma

Portugués

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Clasificación temática

Resumen

As bases genéticas dos ritmos circadianos foram primeiramente demonstradas por Ronald Konopka e Seymour Benzer, em um estudo publicado em 1971 com moscas-das-frutas (Drosophila melanogaster) (1,2). Eles identificaram mutantes de drosófila que apresentavam alterações no ritmo de atividade locomotora: uma das linhagens era arrítmica; uma de período curto (19 horas); e outra de período longo (28 horas). As mutações foram mapeadas para um mesmo lócus no cromossomo X; o gene associado a esse lócus e a esse comportamento foi denominado “período” (period). Esse trabalho pioneiro possibilitou o desenvolvimento da pesquisa sobre a genética comportamental e sobre as bases moleculares de ritmos biológicos que prosperaram desde então. Em meados da década de 1980, o gene period foi clonado nos laboratórios de Jeffrey Hall, Michael Rosbash e Michael Young e sua função molecular foi identificada, isso renderia, mais tarde, o Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina de 2017 (Quadro 1).

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