Óperas rock para la liberación: juventud, música y política en la Argentina de los años setenta

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Fecha
12/2024
Editorial
Universidad Nacional de La Pampa. Facultad de Ciencias Humanas
Revista
Quinto Sol
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ISSN
0329-2665
eISSN
1851-2879
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Idioma
Español
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Resumen
Este artículo estudia cuatro óperas rock publicadas en Argentina a fines de 1972: Sudamérica o el regreso a la aurora de Arco Iris, Cristo Rock de Raúl Porchetto, Tontos (Operita) de Billy Bond y la Pesada del Rock and Roll y Ohperra vida de Beto de Materia Gris. A través del análisis de sus canciones y de una serie de publicaciones que dieron cuenta de cómo estos discos fueron escuchados, el trabajo releva algunos de los esfuerzos más manifiestos realizados por los rockeros argentinos para poner en dialogo sus ambiciones musicales con los discursos contestatarios y las expectativas de transformación social que justamente por aquellos meses se intensificaron a un nivel acaso sin precedentes en la historia argentina. ¿De qué modos participó el rock argentino del proceso de movilización social y radicalización política por entonces en curso? ¿Cuál podía o debía ser, según los propios músicos y fanáticos rockeros y según los militantes políticos, el rol del rock en aquellos días de politización? Este artículo ofrece algunas respuestas a estas preguntas y busca, de ese modo, aportar a la comprensión de los vínculos entre juventud, música y política en la Argentina de los años setenta.
In late 1972, four rock operas were released in Argentina: Sudamérica o el regreso a la aurora by Arco Iris, Cristo Rock by Raúl Porchetto, Tontos (Operita) by Billy Bond and the Pesada del Rock and Roll and Ohperra vida de Beto de Materia Gris. In this paper, I analyze the music and lyrics of these records and a series of newspaper and magazine articles that commented on them. I examine in this way some of the biggest efforts made by Argentine rockers to bring their musical ambitions into dialogue with the discourses of protest and the expectations of social transformation that intensified precisely during those months in Argentina. How did Argentine rock participate in the process of social mobilisation and political radicalisation then underway? What could or should be the role of rock in those days of politicisation, according to rock musicians, rock fans and political activists? In responding to these questions, this paper contributes to the understanding of the links between youth, music and politics in Argentina in the 1970s.
Este artigo estuda quatro óperas rock publicadas na Argentina no final de 1972: Sudamérica o el regreso a la aurora, de Arco Iris, Cristo Rock, de Raúl Porchetto, Tontos (Operita), de Billy Bond y la Pesada del Rock and Roll, e Oh perra vida, de Beto de Materia Gris. Por meio da análise de suas canções e de uma série de publicações que relatavam como esses álbuns eram ouvidos, o trabalho examina alguns dos esforços mais manifestos feitos pelos roqueiros argentinos para colocar suas ambições musicais em diálogo com os discursos de protesto e as expectativas de transformação social, que naqueles meses se intensificaram a um nível sem precedentes na história argentina. Como o rock argentino daquela época participou do processo de mobilização social e radicalização política em andamento? Que papel o rock poderia ou deveria desempenhar naqueles dias de politização, de acordo com os próprios músicos, fãs de rock e militantes políticos? Este texto oferece algumas respostas a essas perguntas e, ao fazê-lo, contribui para a compreensão dos vínculos entre juventude, música e política na Argentina na década de 1970.
In late 1972, four rock operas were released in Argentina: Sudamérica o el regreso a la aurora by Arco Iris, Cristo Rock by Raúl Porchetto, Tontos (Operita) by Billy Bond and the Pesada del Rock and Roll and Ohperra vida de Beto de Materia Gris. In this paper, I analyze the music and lyrics of these records and a series of newspaper and magazine articles that commented on them. I examine in this way some of the biggest efforts made by Argentine rockers to bring their musical ambitions into dialogue with the discourses of protest and the expectations of social transformation that intensified precisely during those months in Argentina. How did Argentine rock participate in the process of social mobilisation and political radicalisation then underway? What could or should be the role of rock in those days of politicisation, according to rock musicians, rock fans and political activists? In responding to these questions, this paper contributes to the understanding of the links between youth, music and politics in Argentina in the 1970s.
Este artigo estuda quatro óperas rock publicadas na Argentina no final de 1972: Sudamérica o el regreso a la aurora, de Arco Iris, Cristo Rock, de Raúl Porchetto, Tontos (Operita), de Billy Bond y la Pesada del Rock and Roll, e Oh perra vida, de Beto de Materia Gris. Por meio da análise de suas canções e de uma série de publicações que relatavam como esses álbuns eram ouvidos, o trabalho examina alguns dos esforços mais manifestos feitos pelos roqueiros argentinos para colocar suas ambições musicais em diálogo com os discursos de protesto e as expectativas de transformação social, que naqueles meses se intensificaram a um nível sem precedentes na história argentina. Como o rock argentino daquela época participou do processo de mobilização social e radicalização política em andamento? Que papel o rock poderia ou deveria desempenhar naqueles dias de politização, de acordo com os próprios músicos, fãs de rock e militantes políticos? Este texto oferece algumas respostas a essas perguntas e, ao fazê-lo, contribui para a compreensão dos vínculos entre juventude, música e política na Argentina na década de 1970.
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