Reflexiones críticas sobre la superexplotación de la fuerza de trabajo, el trabajo reproductivo y la teoría del valor

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Fecha
01/2024
Editorial
Universidad Nacional Autónoma de México
Revista
Estudios Latinoamericanos
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eISSN
2448-4946
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Idioma
Español
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Resumen
La Teoría Marxista de la Dependencia plantea como “esencia de la dependencia” a la categoría de superexplotación de la fuerza de trabajo. Sin embargo, esa categoría se presenta en la mayor parte de los debates como fundamentalmente ligada al trabajo llamado productivo y desarrollado por una clase trabajadora que aparece como masculina y blanca. El trabajo de reproducción y cuidados, esencial en la (re)producción de la fuerza de trabajo, realizado en esencia por mujeres y cuerpos feminizados y racializados, queda oculto en el análisis. En este artículo nos proponemos desarrollar una reflexión crítica en torno a esta categoría tan relevante, recuperando los debates que provienen del campo del feminismo y en particular del feminismo marxista. Pretendemos explorar este debate a la luz de discusiones claves en la teoría del valor que permiten articular de manera fructífera el trabajo dit productivo con el llamado de reproducción y cuidados.
A Teoria da Dependência Marxista coloca a categoria de superexploração da força de trabalho como a “essência da dependência”. Entretanto, essa categoria é apresentada na maioria dos debates como fundamentalmente ligada ao chamado trabalho produtivo, realizado por uma classe trabalhadora que parece ser masculina e branca. O trabalho de reprodução e cuidados, essencial na (re)produção da força de trabalho, essencialmente realizado por mulheres e corpos feminizados e racializados, fica oculto na análise. Neste artigo, propomos desenvolver uma reflexão crítica sobre essa categoria relevante, recuperando os debates provenientes do campo do feminismo e, em particular, do feminismo marxista. Procuramos explorar esse debate à luz das principais discussões da teoria do valor que nos permitem articular de forma frutífera o trabalho produtivo com o chamado trabalho reprodutivo e de cuidados.
Marxist Theory of Dependency puts the category of super-exploitation of labor force as the “essence of dependency”. However, this category is presented in most debates as fundamentally linked to so-called productive labor, carried out by a working class that appears to be male and white. The work of reproduction and care, essential in the (re)production of the labor force, carried out essentially by women and feminised and racialised bodies, is hidden in the analysis. In this article we propose to develop a critical reflection on this relevant category, recovering the debates coming from the field of feminism and in particular from Marxist feminism. We intend to explore this debate highlighting the key discussions in the theory of value that allow us to fruitfully articulate productive labor with the so-called reproductive and care work.
A Teoria da Dependência Marxista coloca a categoria de superexploração da força de trabalho como a “essência da dependência”. Entretanto, essa categoria é apresentada na maioria dos debates como fundamentalmente ligada ao chamado trabalho produtivo, realizado por uma classe trabalhadora que parece ser masculina e branca. O trabalho de reprodução e cuidados, essencial na (re)produção da força de trabalho, essencialmente realizado por mulheres e corpos feminizados e racializados, fica oculto na análise. Neste artigo, propomos desenvolver uma reflexão crítica sobre essa categoria relevante, recuperando os debates provenientes do campo do feminismo e, em particular, do feminismo marxista. Procuramos explorar esse debate à luz das principais discussões da teoria do valor que nos permitem articular de forma frutífera o trabalho produtivo com o chamado trabalho reprodutivo e de cuidados.
Marxist Theory of Dependency puts the category of super-exploitation of labor force as the “essence of dependency”. However, this category is presented in most debates as fundamentally linked to so-called productive labor, carried out by a working class that appears to be male and white. The work of reproduction and care, essential in the (re)production of the labor force, carried out essentially by women and feminised and racialised bodies, is hidden in the analysis. In this article we propose to develop a critical reflection on this relevant category, recovering the debates coming from the field of feminism and in particular from Marxist feminism. We intend to explore this debate highlighting the key discussions in the theory of value that allow us to fruitfully articulate productive labor with the so-called reproductive and care work.
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