La Comisión Especial para la reestructuración del sistema interamericano de 1973 y la participación argentina: la amalgama latinoamericana frente a la hegemonía de los Estados Unidos

Otros responsables
Fecha
12/2025
Editorial
Universidad Estadual de Rio de Janeiro
Revista
Neiba
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
eISSN
2317-3459
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
Este artículo tiene por objeto interpretar los debates en el marco de la Comisión Especial para la reestructuración del sistema Interamericano convocada por la Organización de Estados Americanos en 1973. Se considerará que se trató de un hito relevante en el desafío latinoamericano al orden hegemónico de los Estados Unidos en los inicios de la década de 1970. Nos centraremos particularmente en la posición argentina, como método de abordaje a la problemática de las relaciones internacionales latinoamericanas del período. La Argentina llevó adelante una importante labor en dicha conferencia, presentando una de las posiciones más radicalizadas a partir de la participación del delegado Jorge Vázquez. Lo hizo acompañando reclamos históricos de Perú, Panamá, Venezuela y México. Esto generó preocupación en los funcionarios del Departamento de Estado de los Estados Unidos, que tuvo que aceptar algunos cambios. La hipótesis de trabajo es que la Comisión Especial para la reestructuración del sistema interamericano de 1973 y particularmente la posición argentina constituyen un hecho puntual de esa narrativa que destaca el accionar colectivo y de resistencia, y que abona la idea de que en el ámbito de la OEA, lo que más unió al accionar contrahegemónico de América Latina en un acontecimiento histórico amalgamado y definible fue la posición estructural compartida de subordinación que cada nación de la región tenía respecto a Estados Unidos, a pesar de las diferencias en los proyectos nacionales. Para probarla, se analizarán fuentes primarias de fondos documentales de la Argentina, de los organismos internacionales y de los Estados Unidos. Finalmente, se interpretará el alcance limitado de esta reunión y su proyección en la convulsionada década de 1970.
O objetivo deste artigo é interpretar os debates no âmbito da Comissão Especial para a Reestruturação do Sistema Interamericano, convocada pela Organização dos Estados Americanos em 1973. Ela será vista como um marco relevante no desafio latino-americano à ordem hegemônica dos EUA no início da década de 1970. Vamos nos concentrar particularmente na posição argentina, como um método de abordar a problemática latino-americana do período. Argentina desempenhou um papel importante na conferência, apresentando uma das posições mais radicalizadas por meio da participação do delegado Jorge Vázquez. Ela o fez em apoio às demandas históricas do Peru, Panamá, Venezuela e México. Isso gerou preocupação entre os funcionários do Departamento de Estado dos EUA, que tiveram de aceitar algumas mudanças. A hipótese de trabalho é que a Comissão Especial para a reestruturação do sistema interamericano de 1973 e, particularmente, a posição argentina constituem um fato pontual dessa narrativa que destaca a ação coletiva e de resistência, e que corrobora a ideia de que, no âmbito da OEA, o que mais uniu a ação contra-hegemônica da América Latina em um evento histórico amalgamado e definível foi a posição estrutural compartilhada de subordinação que cada nação da região tinha em relação aos Estados Unidos, apesar das diferenças nos projetos nacionais. Para comprová-la, serão analisadas fontes primárias de fundos documentais da Argentina, de organismos internacionais e dos Estados Unidos. Por fim, será interpretado o alcance limitado dessa reunião e sua projeção na conturbada década de 1970.
O objetivo deste artigo é interpretar os debates no âmbito da Comissão Especial para a Reestruturação do Sistema Interamericano, convocada pela Organização dos Estados Americanos em 1973. Ela será vista como um marco relevante no desafio latino-americano à ordem hegemônica dos EUA no início da década de 1970. Vamos nos concentrar particularmente na posição argentina, como um método de abordar a problemática latino-americana do período. Argentina desempenhou um papel importante na conferência, apresentando uma das posições mais radicalizadas por meio da participação do delegado Jorge Vázquez. Ela o fez em apoio às demandas históricas do Peru, Panamá, Venezuela e México. Isso gerou preocupação entre os funcionários do Departamento de Estado dos EUA, que tiveram de aceitar algumas mudanças. A hipótese de trabalho é que a Comissão Especial para a reestruturação do sistema interamericano de 1973 e, particularmente, a posição argentina constituem um fato pontual dessa narrativa que destaca a ação coletiva e de resistência, e que corrobora a ideia de que, no âmbito da OEA, o que mais uniu a ação contra-hegemônica da América Latina em um evento histórico amalgamado e definível foi a posição estrutural compartilhada de subordinação que cada nação da região tinha em relação aos Estados Unidos, apesar das diferenças nos projetos nacionais. Para comprová-la, serão analisadas fontes primárias de fundos documentais da Argentina, de organismos internacionais e dos Estados Unidos. Por fim, será interpretado o alcance limitado dessa reunião e sua projeção na conturbada década de 1970.
Colecciones
Aprobación
Revisión
Complementado por
Referenciado por
Licencia Creative Commons
Excepto donde se indique lo contrario, la licencia de este ítem se describe como by
