Iconoclasistas: ações cartográficas no Antropoceno

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Fecha
12/2018
Editorial
Universidade Federal Fluminense
Revista
Poiésis
Título del libro
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Institución organizadora
ISSN
1517-5677
eISSN
2177-8566
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Idioma
Español
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Resumen
En este artículo se analizan cuatro cartografías realizadas en talleres colectivos de mapeo propuestos por Iconoclasistas, un grupo de artistas argentino cuyas prácticas pueden ser entendidas como arte activista. Dichos mapas abordan cuestiones relativas al Antropoceno, tales como el neoextractivismo, el consumo, los residuos y los movimientos sociales. Partiendo de algunas ideas de Rancière, se afirma que estas imágenes constituyen sistemas de evidencias sensibles que muestran la existencia de un común y las divisiones que los atraviesan. El mapeo, en tanto que práctica crítica, acompaña, difunde las luchas, teje lazos y crea formas de sociabilidad alternativas.
Este artigo analisa quatro cartografias realizadas em oficinas de mapeamento coletivo propostas pelo Iconoclasistas, um grupo de artistas argentinos cujas práticas podem ser entendidas como arte ativista. Esses mapas abordam questões relacionadas ao Antropoceno, tais como o neoextrativismo, o consumo, o lixo e os movimentos sociais. Partindo de algumas ideias de Rancière, afirma-se que essas imagens constituem sistemas de evidências sensíveis que mostram a existência de um comum e as divisões que os atravessam. O mapeamento, como prática crítica, acompanha, divulga as lutas, tece laços e cria formas alternativas de sociabilidade.
This paper analyzes four cartographies carried out in collective mapping workshops proposed by Iconoclasistas, a group of Argentine artists whose practices can be understood as activist art. These maps address issues related to the Anthropocene, such as neoextractivism, consumption, waste and social movements. Starting from some ideas of Rancière, it is affirmed that these images constitute systems of sensible evidences that show the existence of a common and the divisions that cross them. Mapping, as a critical practice, accompanies, spreads struggles, builds links and creates alternative forms of sociability.
Este artigo analisa quatro cartografias realizadas em oficinas de mapeamento coletivo propostas pelo Iconoclasistas, um grupo de artistas argentinos cujas práticas podem ser entendidas como arte ativista. Esses mapas abordam questões relacionadas ao Antropoceno, tais como o neoextrativismo, o consumo, o lixo e os movimentos sociais. Partindo de algumas ideias de Rancière, afirma-se que essas imagens constituem sistemas de evidências sensíveis que mostram a existência de um comum e as divisões que os atravessam. O mapeamento, como prática crítica, acompanha, divulga as lutas, tece laços e cria formas alternativas de sociabilidade.
This paper analyzes four cartographies carried out in collective mapping workshops proposed by Iconoclasistas, a group of Argentine artists whose practices can be understood as activist art. These maps address issues related to the Anthropocene, such as neoextractivism, consumption, waste and social movements. Starting from some ideas of Rancière, it is affirmed that these images constitute systems of sensible evidences that show the existence of a common and the divisions that cross them. Mapping, as a critical practice, accompanies, spreads struggles, builds links and creates alternative forms of sociability.
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