Ni la pareja, ni la familia, ni la Iglesia deciden por mi: la experiencia del aborto en mujeres católicas.

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Fecha
04/2018
Editorial
Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos
Revista
Sexualidad, Salud y Sociedad
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Institución organizadora
ISSN
1984-6487
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Idioma
Español
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Resumen
La Iglesia Católica es uno de los actores sociales que históricamente ha contribuido al control de los cuerpos, siendo el aborto concebido como un pecado y un crimen. Sin embargo, la diversidad de vivencias sobre lo religioso da cuenta de un espectro plural, que no siempre se traduce en experiencias culpabilizantes sobre la sexualidad. Este artículo analiza, a través de relatos de mujeres católicas que abortaron, las maneras en que ellas negocian esta experiencia con su identidad religiosa. Desde una metodología cualitativa y un enfoque biográfico se realizaron diez entrevistas a mujeres de diferentes edades y sectores sociales.Se exploraron las diversas maneras en que se articula el aborto y la religiosidad en cada biografía, así como también las distintas negociaciones entre la religiosidad y el aborto: quienes politizan la experiencia, así como quienes reelaboran y resignifican su religiosidad.
A Igreja Católica é um dos atores sociais que historicamente contribuíram para o controle dos corpos, sendo o aborto concebido como pecado e crime. No entanto, a diversidade de experiências sobre religião mostra um espectro plural, que nem sempre se traduz em experiências indutoras de culpa sobre a sexualidade. Este trabalho analisa, através de relatos de mulheres católicas que abortaram, as formas como eles negociam essa experiência com sua identidade religiosa. A partir de uma metodologia qualitativa e de uma abordagem biográfica, foram realizadas dez entrevistas com mulheres de diferentes idades e setores sociais. As diversas formas de articulação do aborto e da religiosidade em cada biografia foram exploradas, assim como as diferentes negociações entre religiosidade e aborto: daquelas que politizam a experiência, bem como daquelas que retrabalham e re-significam sua religiosidade.
The Catholic Church is one of the social actors that have historically contributed to the control of bodies, conceiving abortion as a sin and a crime. However, the diversity of experiences about religion accounts for a plural spectrum, which does not always translate into guilt-inducing experiences about sexuality. This work analyzes, through narratives of Catholic women who aborted, the ways in which they negotiate this experience with their religious identity. Adopting a qualitative methodology and biographical approach, ten interviews were conducted with women of different ages and social sectors. The diverse ways in which abortion and religiosity are articulated in each biography were explored, as well as the different negotiations between religiosity and abortion: of those who politicize the experience, as well as of those who rework and re-signify their religiosity.
A Igreja Católica é um dos atores sociais que historicamente contribuíram para o controle dos corpos, sendo o aborto concebido como pecado e crime. No entanto, a diversidade de experiências sobre religião mostra um espectro plural, que nem sempre se traduz em experiências indutoras de culpa sobre a sexualidade. Este trabalho analisa, através de relatos de mulheres católicas que abortaram, as formas como eles negociam essa experiência com sua identidade religiosa. A partir de uma metodologia qualitativa e de uma abordagem biográfica, foram realizadas dez entrevistas com mulheres de diferentes idades e setores sociais. As diversas formas de articulação do aborto e da religiosidade em cada biografia foram exploradas, assim como as diferentes negociações entre religiosidade e aborto: daquelas que politizam a experiência, bem como daquelas que retrabalham e re-significam sua religiosidade.
The Catholic Church is one of the social actors that have historically contributed to the control of bodies, conceiving abortion as a sin and a crime. However, the diversity of experiences about religion accounts for a plural spectrum, which does not always translate into guilt-inducing experiences about sexuality. This work analyzes, through narratives of Catholic women who aborted, the ways in which they negotiate this experience with their religious identity. Adopting a qualitative methodology and biographical approach, ten interviews were conducted with women of different ages and social sectors. The diverse ways in which abortion and religiosity are articulated in each biography were explored, as well as the different negotiations between religiosity and abortion: of those who politicize the experience, as well as of those who rework and re-signify their religiosity.
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