Coproducción de saberes y cisexismo: Reflexiones epistemológicas sobre la construcción de indicadores y diagnósticos colaborativos en población trans y travesti de Argentina

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Fecha
03/2026
Editorial
Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos
Revista
Sexualidad, Salud y Sociedad
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Institución organizadora
ISSN
1984-6487
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Idioma
Español
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Resumen
Las personas travestis y trans en Argentina continúan experimentando situaciones de vulnerabilidad y exclusión. La construcción de saberes sobre sus condiciones de vida tiene una larga tradición de coproducción con las organizaciones políticas que las nuclean. Este artículo presenta un análisis crítico de un proyecto en el que se construyó una encuesta sobre condiciones socio-sanitarias de personas travestis y trans. Su diseño y su aplicación se realizó a través de un trabajo colaborativo junto a dieciocho profesionales de la salud y referentes de diecinueve organizaciones. Lo problematizamos desde la noción de coproducción de conocimientos, que disuelve fronteras entre sujeto y objeto, recupera y pone en circulación y disputa saberes académicos y no académicos, y reconoce la dinámica de desplazamientos y generación constante de sentidos, fenómenos y articulaciones institucionales.
Transvestite and trans people in Argentina continue to face situations of vulnerability and exclusion. The construction of knowledge about their living conditions has a long-standing tradition of co-production with the political organizations that represent them. This article presents a critical analysis of a project that developed a survey on the socio-health conditions of transvestite and trans people. The survey was designed and implemented through collaborative work with 18 healthcare professionals and representatives from 19 organizations. We aim to address this issue through the lens of knowledge co-production—as a collaborative effort that blurs the boundaries between subject and object, reclaims, circulates, and challenges academic knowledge as well as nonacademic knowledge, and acknowledges the dynamics of displacement and the ongoing generation of meanings, phenomena, and institutional articulations.
As pessoas travestis e trans na Argentina continuam a vivenciar situações de vulnerabilidade e exclusão. A construção de saberes sobre suas condições de vida tem uma longa tradição de coprodução com as organizações políticas que as congregam. Este artigo apresenta uma análise crítica de um projeto no qual foi construída uma pesquisa sobre condições socio-sanitárias de pessoas travestis e trans. Seu desenho e aplicação foram realizados por meio de um trabalho colaborativo com dezoito profissionais da saúde e representantes de dezenove organizações. Nós o problematizamos a partir da noção de coprodução de conhecimentos, que dissolve fronteiras entre sujeito e objeto, recupera e coloca em circulação e disputa saberes acadêmicos e não acadêmicos, e reconhece a dinâmica de deslocamentos e geração constante de sentidos, fenômenos e articulações institucionais.
Transvestite and trans people in Argentina continue to face situations of vulnerability and exclusion. The construction of knowledge about their living conditions has a long-standing tradition of co-production with the political organizations that represent them. This article presents a critical analysis of a project that developed a survey on the socio-health conditions of transvestite and trans people. The survey was designed and implemented through collaborative work with 18 healthcare professionals and representatives from 19 organizations. We aim to address this issue through the lens of knowledge co-production—as a collaborative effort that blurs the boundaries between subject and object, reclaims, circulates, and challenges academic knowledge as well as nonacademic knowledge, and acknowledges the dynamics of displacement and the ongoing generation of meanings, phenomena, and institutional articulations.
As pessoas travestis e trans na Argentina continuam a vivenciar situações de vulnerabilidade e exclusão. A construção de saberes sobre suas condições de vida tem uma longa tradição de coprodução com as organizações políticas que as congregam. Este artigo apresenta uma análise crítica de um projeto no qual foi construída uma pesquisa sobre condições socio-sanitárias de pessoas travestis e trans. Seu desenho e aplicação foram realizados por meio de um trabalho colaborativo com dezoito profissionais da saúde e representantes de dezenove organizações. Nós o problematizamos a partir da noção de coprodução de conhecimentos, que dissolve fronteiras entre sujeito e objeto, recupera e coloca em circulação e disputa saberes acadêmicos e não acadêmicos, e reconhece a dinâmica de deslocamentos e geração constante de sentidos, fenômenos e articulações institucionais.
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