Las potencias emergentes en los espacios multilaterales de negociación de hegemonía noratlántica: la cuestión energética y las patentes farmacéuticas
; Dussort, María Noel 
Otros responsables
Fecha
2020-05-19
Editorial
Revista de Pesquisas e Debates em Ciências Sociais
Revista
Sociedade e Cultura
Título del libro
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Institución organizadora
ISSN
1415-8566
eISSN
1980-8194
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
La agenda internacional se ha convertido en un espacio clave para el desarrollo de la política mundial, constituyendo un ámbito dinámico por el cual una creciente cantidad de temáticas han adquirido carácter de “interés global”. La falta de una jerarquía clara entre las múltiples cuestiones ha implicado que el diseño de la agenda internacional dependa de los actores involucrados en el proceso. En este marco, el presente artículo tiene por objeto analizar el rol de las potencias emergentes en los espacios multilaterales de negociación internacional tomando en consideración dos temas de la agenda global: energía y patentes farmacéuticas, con el fin de reconocer si se han convertido en reforzadoras o en cuestionadoras de los espacios multilaterales de negociación de hegemonía noratlántica. Palabras claves: Potencias emergentes. Potencias tradicionales. Negociaciones multilaterales. Energía. Patentes farmacéuticas.
The international agenda has become a key space for the development of world politics constituting a dynamic field where a growing amount of themes has acquired a character of “global interest”. The lack of a clear hierarchy regarding the numerous topics means that the international agenda depends on the actors involved in the process. Within this framework, this article aims to analyze the list of emerging powers in the multilateral spaces of international negotiation taking into account two themes of the global agenda: energy and pharmaceutical patents. The purpose of the research is to recognize if emerging powers have reinforced or questioned the multilateral negotiating spaces of North-Atlantic hegemony.
A agenda internacional se tornou um espaço chave para o desenvolvimento da política mundial, constituindo um âmbito dinâmico, onde uma crescente quantidade de temáticas tem adquirido caráter de “interesse global”. A falta de uma hierarquia clara entre as numerosas questões tem feito com que o desenho da agenda internacional dependa dos atores envolvidos no processo. Nesse cenário, o presente artigo tem por objetivo analisar o rol das potências emergentes nos espaços multilaterais de negociação internacional levando em consideração dois temas da agenda global: energia e patentes farmacêuticas. O objetivo é reconhecer se ditas potências têm se transformado em reforçadoras ou questionadoras dos espaços multilaterais de negociação da hegemonia do Atlântico Norte.
The international agenda has become a key space for the development of world politics constituting a dynamic field where a growing amount of themes has acquired a character of “global interest”. The lack of a clear hierarchy regarding the numerous topics means that the international agenda depends on the actors involved in the process. Within this framework, this article aims to analyze the list of emerging powers in the multilateral spaces of international negotiation taking into account two themes of the global agenda: energy and pharmaceutical patents. The purpose of the research is to recognize if emerging powers have reinforced or questioned the multilateral negotiating spaces of North-Atlantic hegemony.
A agenda internacional se tornou um espaço chave para o desenvolvimento da política mundial, constituindo um âmbito dinâmico, onde uma crescente quantidade de temáticas tem adquirido caráter de “interesse global”. A falta de uma hierarquia clara entre as numerosas questões tem feito com que o desenho da agenda internacional dependa dos atores envolvidos no processo. Nesse cenário, o presente artigo tem por objetivo analisar o rol das potências emergentes nos espaços multilaterais de negociação internacional levando em consideração dois temas da agenda global: energia e patentes farmacêuticas. O objetivo é reconhecer se ditas potências têm se transformado em reforçadoras ou questionadoras dos espaços multilaterais de negociação da hegemonia do Atlântico Norte.
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