¿Debemos, pese a todo, crecer?: Desafíos al decrecimiento como horizonte de expectativas

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Fecha
2021-09-30
Editorial
Universidade Federal de Santa Maria. Departamento de Direito
Revista
Revista Eletrônica do Curso de Direito
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Institución organizadora
ISSN
eISSN
1981-3694
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Idioma
Español
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Resumen
Aquí presento, apelando a una discusión local Argentina pero inmediatamente extrapolable al contexto global, lo que denominaré el dilema trágico del crecimiento: Si aumentamos la producción, la exportación y el consumo es posible, en principio, disminuir la pobreza y la desigualdad. Pero a costa de incrementar la disrupción ambiental. Si tomamos el camino opuesto y favorecemos el decrecimiento tal vez ayudemos a evitar el calentamiento global y la destrucción del ecosistema global (Gaia). Pero con ello aumentarán la pobreza y la desigualdad. O crecemos o decrecemos. En consecuencia o bien aumentamos la pobreza y la desigualdad o bien el calentamiento global y la disrupción ecológica global. Pese a todo me parece que hay buenas razones para abogar por el decrecimiento. En todo caso al final del texto intento mostrar que las razones corrientemente esgrimidas en contra del decrecimiento no son tales.
Apresento aqui, apelando para uma discussão local na Argentina, mas fácil de extrapolar para o contexto global, o que chamarei de dilema trágico do crescimento: Se aumentarmos a produção, as exportações e o consumo, é possível, em princípio, reduzir a pobreza e a desigualdade. Mas ao custo de aumentar a perturbação ambiental. Se tomarmos o caminho oposto e favorecermos o decrescimento, poderemos ajudar a prevenir o aquecimento global e a destruição do ecossistema global (Gaia). Mas isso aumentará a pobreza e a desigualdade. Ou crescemos ou diminuímos. Consequentemente, aumentamos a pobreza e a desigualdade ou o aquecimento global e a perturbação ecológica global. Apesar de tudo, parece-me que existem boas razões para advogar o decrescimento. Em todo caso, no final do texto, procuro mostrar que as razões atualmente utilizadas contra o decrescimento não valem como tais.
Here I present, appealing to a local discussion in Argentina but easy to extrapolate to the global context, what I will call the tragic dilemma of growth: If we increase production, exports, and consumption, it is possible, in principle, to reduce poverty and inequality. The cost of this path is increasing environmental disruption. If we take the opposite path and favor degrowth, we may help prevent global warming and the destruction of the global ecosystem (Gaia). However, this will increase poverty and inequality. We either grow or degrow. Consequently, we either increase poverty and inequality or global warming and global ecological disruption. In spite of everything, it seems to me that there are good reasons to advocate for degrowth. In any case, at the end of the text, I try to show that the reasons currently used against degrowth are not such.
Apresento aqui, apelando para uma discussão local na Argentina, mas fácil de extrapolar para o contexto global, o que chamarei de dilema trágico do crescimento: Se aumentarmos a produção, as exportações e o consumo, é possível, em princípio, reduzir a pobreza e a desigualdade. Mas ao custo de aumentar a perturbação ambiental. Se tomarmos o caminho oposto e favorecermos o decrescimento, poderemos ajudar a prevenir o aquecimento global e a destruição do ecossistema global (Gaia). Mas isso aumentará a pobreza e a desigualdade. Ou crescemos ou diminuímos. Consequentemente, aumentamos a pobreza e a desigualdade ou o aquecimento global e a perturbação ecológica global. Apesar de tudo, parece-me que existem boas razões para advogar o decrescimento. Em todo caso, no final do texto, procuro mostrar que as razões atualmente utilizadas contra o decrescimento não valem como tais.
Here I present, appealing to a local discussion in Argentina but easy to extrapolate to the global context, what I will call the tragic dilemma of growth: If we increase production, exports, and consumption, it is possible, in principle, to reduce poverty and inequality. The cost of this path is increasing environmental disruption. If we take the opposite path and favor degrowth, we may help prevent global warming and the destruction of the global ecosystem (Gaia). However, this will increase poverty and inequality. We either grow or degrow. Consequently, we either increase poverty and inequality or global warming and global ecological disruption. In spite of everything, it seems to me that there are good reasons to advocate for degrowth. In any case, at the end of the text, I try to show that the reasons currently used against degrowth are not such.
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