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Ceticismo e linguagem comum

Reinoso, Guadalupe Icon

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Fecha

07/2025

Editorial

Universidade Federal de Sergipe

Revista

O Manguezal

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ISSN

2674-7278

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Idioma

Portugués

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Resumen

A postulação do ceticismo linguístico concentra-se no questionamento da capacidade da linguagem de refletir ou espelhar a realidade. Fritz Mauthner adotou um ceticismo linguístico-epistemológico, segundo o qual a linguagem não reflete fielmente a realidade e é uma fonte de engano e superstição. No contexto do diagnóstico apresentado, o exercício filosófico é concebido como uma crítica da linguagem que leva à afasia ou à autodestruição. Com base nessa abordagem drástica e pessimista, tentaremos responder à seguinte pergunta: É possível estabelecer uma relação entre filosofia e linguagem a partir de uma perspectiva cética que não seja autodestrutiva? Para ensaiar uma resposta positiva, exploraremos as reflexões sobre a linguagem natural e sua conexão metodológica com a orientação filosófica proposta por Sexto Empirico. Do meu ponto de vista, é proposto um ceticismo linguístico performativo que não deve ser considerado como uma postura antifilosófica ou quietista.
La postulación del escepticismo lingüístico se centra en poner en tela de juicio la capacidad del lenguaje para reflejar o espejar la realidad. Fritz Mauthner adoptó un escepticismo lingüístico-epistemológico, según el cual el lenguaje no refleja fielmente la realidad y constituye una fuente de engaños y supersticiones. En el contexto del diagnóstico presentado, la labor filosófica se concibe como una crítica del lenguaje que conduce a la afasia o autodestrucción. A partir de este planteamiento drástico y pesimista, se procurará responder a la siguiente cuestión: ¿Es factible establecer una relación entre filosofía y lenguaje desde una perspectiva escéptica que no resulte autodestructiva? Con el propósito de ensayar una respuesta positiva, exploraremos las reflexiones sobre el lenguaje natural y su conexión metodológica con la orientación filosófica propuesta por Sexto Empírico. Desde mi perspectiva, se propone un escepticismo lingüístico performativo que no debe ser considerado como una postura antifilosófica o quietista.

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