Figuras Barbaras: Escritura y sociedades indias

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Fecha
07/2023
Editorial
Universidad Nacional de Santiago del Estero. Facultad de Humanidades, Ciencias Sociales y de la Salud
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ISSN
0328-8862
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Español
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Resumen
En el universo discursivo del siglo XVII encontramos descripciones y reflexiones sobre las escrituras de los indios que son también saberes sobre estas sociedades. Los capítulos dedicados a la descripción de las formas de escribir de los mexicas, de los mayas o de los incas, las gramáticas de lenguas indias son algunas fuentes para reconstruir una voluntad de saber que se despliega en determinado campo de fuerzas. En este artículo se buscará describir un estado del pensamiento clásico en América referido a las sociedades indias tomando el problema de la escritura como síntoma para pensar las relaciones coloniales de poder.
In the discursive universe of the seventeenth century we find descriptions and reflections on the writings of the natives that are also knowledge about these societies. The chapters dedicated to the description of the ways of writing of the Mexica, the Mayas or the Incas, the so-called native language arts, are some sources to reconstruct a will to know what is deployed in a certain field of forces. This article will seek to describe a state of classical thought in America referring to native societies, taking the problem of writing as a symptom to think about colonial power relations.
No universo discursivo do século XVII encontramos descrições e reflexões sobre os escritos dos indígenas que são também saberes sobre essas sociedades. Os capítulos dedicados à descrição das formas da escrita dos mexicas, dos maias ou dos incas, as gramáticas das línguas indígenas, são algumas fontes para reconstruir uma vontade de saber que se estende sobre um determinado campo de forças. Este artigo procurará descrever um estado de pensamento clássico na América referido às sociedades indígenas, tomando o problema da escrita como sintoma para pensar as relações de poder colonial.
In the discursive universe of the seventeenth century we find descriptions and reflections on the writings of the natives that are also knowledge about these societies. The chapters dedicated to the description of the ways of writing of the Mexica, the Mayas or the Incas, the so-called native language arts, are some sources to reconstruct a will to know what is deployed in a certain field of forces. This article will seek to describe a state of classical thought in America referring to native societies, taking the problem of writing as a symptom to think about colonial power relations.
No universo discursivo do século XVII encontramos descrições e reflexões sobre os escritos dos indígenas que são também saberes sobre essas sociedades. Os capítulos dedicados à descrição das formas da escrita dos mexicas, dos maias ou dos incas, as gramáticas das línguas indígenas, são algumas fontes para reconstruir uma vontade de saber que se estende sobre um determinado campo de forças. Este artigo procurará descrever um estado de pensamento clássico na América referido às sociedades indígenas, tomando o problema da escrita como sintoma para pensar as relações de poder colonial.
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