“Marchamos por las milongas”: activistas del patrimonio, protestas e intervenciones públicas en la Ciudad de Buenos Aires

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Fecha
05/2024
Editorial
Universidade Federal do Paraná
Revista
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2317-6830
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Español
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Resumen
En la actualidad muchas de las políticas desarrollas en torno al denominado patrimonio cultural inmaterial incluye el protagonismo de diversos movimientos, comunidades y grupos locales. En ocasiones, estas intervenciones suponen un campo de tensiones entre concepciones y prácticas disímiles respecto al patrimonio, ello en el marco de ciertas demandas por la obtención reconocimientos, recursos y derechos culturales. Guiado por una investigación etnográfica situada en la Ciudad de Buenos Aires, en este artículo procuro analizar una serie de conflictos que se desencadenaron entre los/as organizadores/as de milongas y el Estado local. A partir del análisis de un repertorio de acciones colectivas y de protesta desarrolladas entre los años 2015 y 2017 -tales como intervenciones en el espacio público, en eventos oficiales, en redes virtuales y en medios de comunicación- propongo reflexionar sobre el proceso de politización y de activismo desplegado por el movimiento de organizadores/as de milongas en “defensa del patrimonio”.
Atualmente, muitas das políticas desenvolvidas em torno do chamado patrimônio cultural imaterial incluem o protagonismo de diversos movimentos, comunidades e grupos locais. Em algumas ocasiões, essas intervenções geram um campo de tensões entre concepções e práticas diversas em relação ao patrimônio, dentro do contexto de certas demandas por reconhecimento, recursos e direitos culturais. Guiado por uma pesquisa etnográfica na cidade de Buenos Aires, neste artigo procuro analisar uma série de conflitos que surgiram entre os organizadores de milongas e o governo local. A partir da análise de um repertório de ações coletivas e protestos realizados entre os anos de 2015 e 2017 – como intervenções no espaço público, em eventos oficiais, em redes virtuais e na mídia – proponho refletir sobre o processo de politização e ativismo empreendido pelo movimento de organizadores de milongas em “defesa do patrimônio”.
Currently, many of the policies developed around the so-called intangible cultural heritage involve the participation of various movements, communities, and local groups. At times, these interventions create a field of tension between different conceptions and practices regarding heritage, within the framework of certain demands for recognition, resources, and cultural rights. Guided by ethnographic research conducted in the City of Buenos Aires, this article aims to analyze a series of conflicts that emerged between milonga organizers and the local government. Through the analysis of a repertoire of collective actions and protests carried out between 2015 and 2017 – such as interventions in public spaces, official events, virtual networks, and media outlets – I propose to reflect on the process of politicization and activism deployed by the milonga organizers’ movement in “defense of heritage.
Atualmente, muitas das políticas desenvolvidas em torno do chamado patrimônio cultural imaterial incluem o protagonismo de diversos movimentos, comunidades e grupos locais. Em algumas ocasiões, essas intervenções geram um campo de tensões entre concepções e práticas diversas em relação ao patrimônio, dentro do contexto de certas demandas por reconhecimento, recursos e direitos culturais. Guiado por uma pesquisa etnográfica na cidade de Buenos Aires, neste artigo procuro analisar uma série de conflitos que surgiram entre os organizadores de milongas e o governo local. A partir da análise de um repertório de ações coletivas e protestos realizados entre os anos de 2015 e 2017 – como intervenções no espaço público, em eventos oficiais, em redes virtuais e na mídia – proponho refletir sobre o processo de politização e ativismo empreendido pelo movimento de organizadores de milongas em “defesa do patrimônio”.
Currently, many of the policies developed around the so-called intangible cultural heritage involve the participation of various movements, communities, and local groups. At times, these interventions create a field of tension between different conceptions and practices regarding heritage, within the framework of certain demands for recognition, resources, and cultural rights. Guided by ethnographic research conducted in the City of Buenos Aires, this article aims to analyze a series of conflicts that emerged between milonga organizers and the local government. Through the analysis of a repertoire of collective actions and protests carried out between 2015 and 2017 – such as interventions in public spaces, official events, virtual networks, and media outlets – I propose to reflect on the process of politicization and activism deployed by the milonga organizers’ movement in “defense of heritage.
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