“Te puedo inventar una danza de acuerdo a lo que me cuentan”: Memorias, repertorios y corporalidades con colectivos qom del Oeste de Formosa

Otros responsables
Fecha
06/2026
Editorial
Universidad Nacional de Rosario. Facultad de Humanidades y Artes. Escuela de Antropología
Revista
Revista de la Escuela de Antropología
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
1852-1576
eISSN
2618-2998
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
Activar memorias y conocimientos en torno a la “cultura” indígena forma parte de los proyectos y prácticas cotidianos de muchos habitantes del Barrio Toba de Ingeniero Juárez, oeste de Formosa, Chaco argentino. A partir de investigaciones con diversos interlocutores toba/Qom habitantes del barrio, busco movilizar reflexiones sobre los modos de producir memoria y presente a partir de las corporalidades, los repertorios y la producción de textos escritos. Analizo algunos aspectos en los que mis interlocutores construyen, desde sus archivos, repertorios y experiencias corporales, su existencia actual en relación a experiencias e instituciones de la sociedad no indígena en el marco de una sociedad desigual, racista y clasista.
Activating memories and knowledge about Indigenous “culture” is part of the everyday projects and practices of many residents of the Toba neighborhood in Ingeniero Juárez, western Formosa, in the Argentine Chaco. Drawing on research with various toba/Qom interlocutors living in the neighborhood, I seek to open up reflections on how memory and the present are produced through embodiment, repertoires, and the production of written texts. I analyze some aspects in which my interlocutors, based on their archives, repertoires and bodily experiences, construct their current existence in relation to experiences and institutions of non-Indigenous society within the framework of an unequal, racist and classist society.
A ativação de memórias e conhecimentos relacionados à “cultura” indígena faz parte dos projetos e práticas diárias de muitos moradores do bairro Toba, em Ingeniero Juárez, oeste de Formosa, no Chaco argentino. Por meio da pesquisa com diversos interlocutores toba/Qom moradores do bairro, procuro estimular a reflexão sobre como a memória e o presente são produzidos através da corporeidade, dos repertórios e da criação de textos escritos. Analiso alguns aspectos pelos quais meus interlocutores constroem, desde seus arquivos, repertórios e experiências corporais, sua existência em relação às experiências e instituições da sociedade não indígena dentro da estrutura de uma sociedade desigual, racista e classista.
Activating memories and knowledge about Indigenous “culture” is part of the everyday projects and practices of many residents of the Toba neighborhood in Ingeniero Juárez, western Formosa, in the Argentine Chaco. Drawing on research with various toba/Qom interlocutors living in the neighborhood, I seek to open up reflections on how memory and the present are produced through embodiment, repertoires, and the production of written texts. I analyze some aspects in which my interlocutors, based on their archives, repertoires and bodily experiences, construct their current existence in relation to experiences and institutions of non-Indigenous society within the framework of an unequal, racist and classist society.
A ativação de memórias e conhecimentos relacionados à “cultura” indígena faz parte dos projetos e práticas diárias de muitos moradores do bairro Toba, em Ingeniero Juárez, oeste de Formosa, no Chaco argentino. Por meio da pesquisa com diversos interlocutores toba/Qom moradores do bairro, procuro estimular a reflexão sobre como a memória e o presente são produzidos através da corporeidade, dos repertórios e da criação de textos escritos. Analiso alguns aspectos pelos quais meus interlocutores constroem, desde seus arquivos, repertórios e experiências corporais, sua existência em relação às experiências e instituições da sociedade não indígena dentro da estrutura de uma sociedade desigual, racista e classista.
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