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Por que temos que falar sobre essa nojeira?: Notas sobre universidade e educação sexual integral em uma prisão argentina

Bustelo, Cynthia Ethel Icon

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Fecha

06/2026

Editorial

Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Revista

Artes de Educar

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2359-6856

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Idioma

Español

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Resumen

En este artículo presento apuntes sobre el trabajo que entrelaza la Educación Sexual Integral (ESI) y la escritura en las aulas del Centro Universitario Ezeiza, ubicado en el Complejo Penitenciario Federal IV, una cárcel argentina que aloja a mujeres cis y trans. Propongo retomar debates en torno a los usos que adquiere la ESI al ingresar en el ámbito universitario y su posible resignificación e implementación en las aulas universitarias de contextos de encierro. En el marco de mi línea de investigación, que concibe los talleres como espacios de producción de conocimiento, focalizo en experiencias pedagógicas vinculadas al arte y la cultura, con especial atención a los dispositivos de formación cultural que integran reflexiones sobre género, sexualidades y los contenidos de la educación sexual integral en prisión. Las reflexiones que aquí presento no son únicamente personales, sino que se inscriben en una línea de investigación impulsada por procesos de docencia y extensión sostenidos desde el Programa de Extensión en Cárceles (FFyL-UBA) y el Proyecto UBACyT “Escribir en la cárcel: lenguas, políticas y comunidad”.
Neste artigo disponibilizo algumas notas sobre o trabalho que entrelaça a Educação Sexual Integral e a escrita nas salas de aula universitárias do Centro Universitário Ezeiza do Complexo Penitenciário Federal IV, prisão argentina que abriga mulheres cis e trans. Pretendo retomar algumas discussões sobre os usos que a ESI pode adquirir quando adentra a universidade, e sua possível ressignificação e implementação nas salas de aula universitárias em centros penitenciários. Na linha de investigação que sustento, onde as oficinas são potenciadas como espaços de produção de conhecimento, ponho o foco nas experiências pedagógicas de arte e cultura, prestando especial atenção à dispositivos de formação cultural que incorporam a reflexão sobre gênero e sexualidades, e conteúdos relacionados à educação sexual integral em contextos de confinamento . As reflexões que compartilho neste capítulo não são apenas pessoais, estão enquadradas em uma linha de pesquisa impulsionada pelos processos de docência e extensão que apoiamos a partir do Programa de Extensão em Prisões (FFyL-UBA) e do Projeto UBACyT “Escrever na Prisão: línguas, política e comunidade".

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