Reconocimiento de expresiones faciales emocionales: diferencias en el desarrollo
; Zabaletta, Verónica Marta ; Vivas, Leticia Yanina
; López, Marcela Carolina Otros responsables
Fecha
01/2019
Editorial
Universidade de Brasilia
Revista
Psicologia
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
1806-3446
eISSN
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
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Resumen
El trabajo se propuso caracterizar el reconocimiento facial de emociones en población infanto-juvenil. Se administró una adaptación digital del Test Pictures of Facial Affects a 147 participantes de entre 9 y 18 años. Los resultados evidenciaron una asociación negativa entre la edad y la tasa de aciertos para alegría y positiva para asco y miedo. Además, se evidenció un efecto significativo de la edad en los tiempos de respuesta de todas las emociones a excepción del miedo. Los resultados sugieren que a medida que aumenta la edad el reconocimiento emocional es más veloz, sin embargo, esto se refleja en una mejoría en el reconocimiento emocional sólo en asco y miedo. Se discuten la importancia de estas emociones para la adolescencia.
Este trabalho se propôs a caracterizar o reconhecimento facial de emoções na população infanto-juvenil. Aplicou-se uma versão digital do Test Pictures of Facial Affects a 147 participantes com idades entre 9 e 18 anos. Os resultados evidenciaram uma associação negativa entre a idade e taxa de acertos para alegria, bem como uma associação negativa para nojo e medo. Identificou-se, ainda, um efeito significativo da idade nos tempos de resposta para todas as emoções, com exceção de medo. Os resultados sugerem que, conforme aumenta a idade, o reconhecimento facial se torna mais rápido. No entanto, isso só se refletiu em uma melhora no reconhecimento facial para nojo e medo. Discute-se a importância dessas emoções para a adolescência.
Este trabalho se propôs a caracterizar o reconhecimento facial de emoções na população infanto-juvenil. Aplicou-se uma versão digital do Test Pictures of Facial Affects a 147 participantes com idades entre 9 e 18 anos. Os resultados evidenciaram uma associação negativa entre a idade e taxa de acertos para alegria, bem como uma associação negativa para nojo e medo. Identificou-se, ainda, um efeito significativo da idade nos tempos de resposta para todas as emoções, com exceção de medo. Os resultados sugerem que, conforme aumenta a idade, o reconhecimento facial se torna mais rápido. No entanto, isso só se refletiu em uma melhora no reconhecimento facial para nojo e medo. Discute-se a importância dessas emoções para a adolescência.
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