Escritura, cuerpo y memoria en enemigo de José Carlos Agüero

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Fecha
04/2022
Editorial
Universidad de Pelotas
Revista
Caderno de Letras
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Institución organizadora
ISSN
0102-9576
eISSN
2358-1409
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Idioma
Español
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Resumen
José Carlos Agüero, historiador, escritor, activista de derechos humanos e hijo de ex senderistas se presenta como una de las voces y escrituras del yo que dan cuenta de su experiencia traumática durante el conflicto armado peruano (1980-2000) entre el Ejército Peruano y los grupos Sendero Luminoso y Movimiento Revolucionario Túpac Amaru. En este trabajo nos proponemos analizar la importancia de las voces y los cuerpos en su poemario Enemigo (2017). Para ello, evaluaremos la configuración del sujeto poético en vinculación con la figura de los enemigos y de los restos y revisaremos distintas nociones sobre el sujeto lírico (BÜRGER, 1974; MIGNOLO, 1982; MONTELEONE, 2016). Encontramos en dicha obra que el lenguaje poético se convierte en un discurso que posibilita la reflexión en torno a la violencia y a las configuraciones de la memoria durante el post conflicto.
José Carlos Agüero, historiador, escritor, ativista de direitos humanos e filho de exlutadores, apresenta-se como uma das vozes e escritos do eu que dão um relato de sua experiência traumática durante o conflito armado peruano (1980-2000) entre o Exército peruano e os grupos Sendero Luminoso e do Movimento Revolucionário Tupac Amaru. Neste artigo propomos analisar a importância de vozes e corpos em sua coleção de poesias Enemigo (2017). Para isso, avaliaremos a configuração do sujeito poético em conexão com a figura dos inimigos e dos restos mortais e revisaremos diferentes noções sobre o sujeito lírico (Bürger, 1974; Mignolo, 1982; Monteleone, 2016). Nós achamos neste trabalho que a linguagem poética se torna um discurso que permite a reflexão sobre a violência e as configurações da memória durante o período pós-conflito.
José Carlos Agüero, historiador, escritor, ativista de direitos humanos e filho de exlutadores, apresenta-se como uma das vozes e escritos do eu que dão um relato de sua experiência traumática durante o conflito armado peruano (1980-2000) entre o Exército peruano e os grupos Sendero Luminoso e do Movimento Revolucionário Tupac Amaru. Neste artigo propomos analisar a importância de vozes e corpos em sua coleção de poesias Enemigo (2017). Para isso, avaliaremos a configuração do sujeito poético em conexão com a figura dos inimigos e dos restos mortais e revisaremos diferentes noções sobre o sujeito lírico (Bürger, 1974; Mignolo, 1982; Monteleone, 2016). Nós achamos neste trabalho que a linguagem poética se torna um discurso que permite a reflexão sobre a violência e as configurações da memória durante o período pós-conflito.
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