Biopolítica e individuación viviente. La ética en los tiempos de la biotecnología

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Fecha
07/2016
Editorial
Universidad El Bosque
Revista
Revista Colombiana de Bioética
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Institución organizadora
ISSN
1900-6896
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Idioma
Español
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Resumen
El artículo explora las consecuencias del desarrollo de las biotecnologías para el campo de la bioética mediante dos conceptos fundamentales: el de biopolítica de Michel Foucault y el de individuación de Gilbert Simondon. La comprensión de lo viviente en relación con lo artificial mediante modelos cibernéticos transformó, a mediados del siglo XX lo que se entiende hoy por persona, cuerpo y vida. Este cambio se hace evidente en el nivel científico, en los principios de la biología molecular, así como en el nivel social, en un conjunto de nuevas prácticas ligadas al cuidado de la salud. Ambos niveles convergen en la nociónde biopolítica molecular (Paul Rabinow-Nikolas Rose), cuyas características fueron anticipadas en los años 50 por la concepción simondoniana de la sucesión de individuaciones: física, viviente, psíquico-colectiva y técnica. Este trabajo argumenta que: 1) no es posible entender la innovación de las biotecnologías sin recurrir a la perspectiva biopolítica; y 2) la crisis actual de la noción de individuo debe ser abordada proponiendo una ética, una bio-ética inspirada en Simondon, que renuncie a la apelación a categorías universales.
The article explores the consequences of the development of biotechnologies for the field of bioethics through two fundamental concepts: the biopolitics of Michel Foucault and the individualization of Gilbert Simondon. Understanding of the living in relation with the artificial through cybernetic models transformed, around the 20th century, what is understood today by person, body, and life. This change is made evident on a scientific level, in the principles of molecular biology, as well as at a social level, in a conjunction of new practices related with health. Both levels converge in the notion of molecular biopolitics (Paul Rabinow-Nikolas Rose), whose characteristics were anticipated in the years ’50 by the Simondonian conception of the succession of individualizations: physical, living, psycho-collective, and technical. This work argues that: 1) it is not possible to understand innovation of the biotechnologies without recurring to the biopolitical perspective; and 2) the current crisis of the notion of the individual should be faced proposing an ethics, a bioethics inspired in Simondon, which renounces the appeal to universal categories.
Este artigo explora as consequências do desenvolvimento das biotecnologias no campo da bioética, mediante dois conceitos fundamentais: o de biopolítica de Michel Foucault e o de individuação de Gilbert Simondon. A compreensão do vivente em relação ao artificial através de modelos cibernéticos transformou, em meados do século XX, o que se entende atualmente por pessoa, corpo e vida. Esta mudança ficou evidente no nível científico, nos princípios da biologia molecular, assim como no nível social, em um conjunto de novas práticas ligadas ao cuidado com a saúde. Ambos os níveis se convergem na noção de biopolítica molecular (Paul Rabinow-Nikolas Rose), cujas características foram antecipadas, nos anos 50, pela concepção simondoniana da sucessão de individuações: físicas, vivente, psíquico-coletiva e técnica. Este trabalho discute que: 1) não é possível entender a inovação das biotecnologias sem recorrer à perspectiva biopolítica e 2) a crise atual da noção de indivíduo deve ser abordada propondo uma ética, uma bioética inspirada em Simondon, que renuncie à apelação a categorias universais.
The article explores the consequences of the development of biotechnologies for the field of bioethics through two fundamental concepts: the biopolitics of Michel Foucault and the individualization of Gilbert Simondon. Understanding of the living in relation with the artificial through cybernetic models transformed, around the 20th century, what is understood today by person, body, and life. This change is made evident on a scientific level, in the principles of molecular biology, as well as at a social level, in a conjunction of new practices related with health. Both levels converge in the notion of molecular biopolitics (Paul Rabinow-Nikolas Rose), whose characteristics were anticipated in the years ’50 by the Simondonian conception of the succession of individualizations: physical, living, psycho-collective, and technical. This work argues that: 1) it is not possible to understand innovation of the biotechnologies without recurring to the biopolitical perspective; and 2) the current crisis of the notion of the individual should be faced proposing an ethics, a bioethics inspired in Simondon, which renounces the appeal to universal categories.
Este artigo explora as consequências do desenvolvimento das biotecnologias no campo da bioética, mediante dois conceitos fundamentais: o de biopolítica de Michel Foucault e o de individuação de Gilbert Simondon. A compreensão do vivente em relação ao artificial através de modelos cibernéticos transformou, em meados do século XX, o que se entende atualmente por pessoa, corpo e vida. Esta mudança ficou evidente no nível científico, nos princípios da biologia molecular, assim como no nível social, em um conjunto de novas práticas ligadas ao cuidado com a saúde. Ambos os níveis se convergem na noção de biopolítica molecular (Paul Rabinow-Nikolas Rose), cujas características foram antecipadas, nos anos 50, pela concepção simondoniana da sucessão de individuações: físicas, vivente, psíquico-coletiva e técnica. Este trabalho discute que: 1) não é possível entender a inovação das biotecnologias sem recorrer à perspectiva biopolítica e 2) a crise atual da noção de indivíduo deve ser abordada propondo uma ética, uma bioética inspirada em Simondon, que renuncie à apelação a categorias universais.
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