Zombis y cyborgs: la potencia del cuerpo (des)compuesto
; Torrano, María Andrea 
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Fecha
08/2016
Editorial
Universidade Federal de Santa Catarina. Programa de Pós-Graduação em Literatura
Revista
Outra Travessia
Título del libro
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Institución organizadora
ISSN
1807-5002
eISSN
2176-8552
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
En este artículo nos proponemos abordar dos figuras de la monstruosidad de la biopolítica, los zombis y los cyborgs. Consideramos que estos monstruos encarnan las transformaciones del cuerpo a las que asistimos en la contemporaneidad. El zombi se caracteriza por ser un cuerpo en des-composición, mientras que el cyborg es una composición de máquina y organismo. Esta tensión entre descomposición y composición que representaría cada uno de estos monstruos nos permite pensar en la potencia de estos cuerpos. Si bien se trata de dos figuras de ficción -el zombi una ficción de la colonización haitiana, reinterpretada luego en el cine, y el cyborg una ficción de la conquista espacial, apropiada por Haraway como creatura de un mundo post genérico-, ambos monstruos nos permiten señalar la relación entre política y cuerpo en nuestras sociedades.
Neste artigo abordaremos duas figuras da monstruosidade da biopolítica, os zumbis e os cyborgs. Consideramos que esses monstros encarnam as transformações contemporâneas do corpo. O zumbi caracteriza-se pelo fato de ser um corpo em des-composição, em quanto que o cyborg é uma composição de máquina e organismo. A tensão entre des-composição e composição que representaria cada um desses monstros possibilita pensar na potência desses corpos. A pesar de se tratar de figuras ficcionais - o zumbi é uma ficção própria da colonização haitiana, reinterpretada posteriormente no cinema, e o cyborg uma ficção da conquista espacial, apropriada por Donna Haraway como criatura de um mundo pós-genérico-, os monstros nos permitem recuperar a relação entre política e corpo nas nossas sociedades.
Neste artigo abordaremos duas figuras da monstruosidade da biopolítica, os zumbis e os cyborgs. Consideramos que esses monstros encarnam as transformações contemporâneas do corpo. O zumbi caracteriza-se pelo fato de ser um corpo em des-composição, em quanto que o cyborg é uma composição de máquina e organismo. A tensão entre des-composição e composição que representaria cada um desses monstros possibilita pensar na potência desses corpos. A pesar de se tratar de figuras ficcionais - o zumbi é uma ficção própria da colonização haitiana, reinterpretada posteriormente no cinema, e o cyborg uma ficção da conquista espacial, apropriada por Donna Haraway como criatura de um mundo pós-genérico-, os monstros nos permitem recuperar a relação entre política e corpo nas nossas sociedades.
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