Liminalidad como teatralidad: de Esquilo a Aristófanes

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Fecha
12/2016
Editorial
Universidade de Caxias do Sul
Revista
Antares
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ISSN
1984-4921
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Idioma
Español
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Resumen
En el presente ensayo trataremos de reconstruir el análisis de Nietzsche sobre la tragedia y la comedia griegas a partir de las nociones de liminal y liminoide del antropólogo Victor Turner. Esto nos permitirá cuestionar un aspecto crítico presente en el argumento nietzscheano. La cultura artística – sostenida principalmente por la fuerza dionisíaca – no necesariamente puede servir de parámetro para una crítica normativa de la cultura en general. En el teatro está en juego una economía de las representaciones que debe ser analizada obra por obra. El teatro griego combina aspectos rituales y metateatrales. En este sentido, proponemos un análisis de la estructura dramática de algunas obras de Esquilo, Sófocles, Eurípides y Aristófanes a partir de las nociones de liminalidad y liminoide. Sostendremos que el desarrollo dramático en juego en las transformaciones del teatro griego no sólo no dejan de contemplar el aspecto dionisíaco, sino que tienen un fuerte sentido de crítica social. La transformación técnica de la escritura dramática ya contempla algunas de las transformaciones sociales que la hicieron posible.
No presente ensaio tentaremos reconstruir a análise de Nietzsche sobre a tragédia e a comédia gregas a partir das noções de liminal e liminóide do antropólogo Victor Turner. Isto nos permitirá questionar um aspecto crítico presente no argumento nietzscheano. A cultura artística – baseada principalmente pela força dionisíaca – não necessariamente pode servir de parâmetro para uma crítica normativa da cultura em geral. No teatro está em jogo uma economia das representações que deve ser analisada obra por obra. O teatro grego combina aspectos rituais e metateatrais. Neste sentido, propomos uma análise da estrutura dramática de algumas obras de Ésquilo, Sófocles, Eurípedes e Aristófanes a partir das noções de liminalidade e liminóide. Argumentaremos que o desenvolvimento dramático em jogo nas transformações do teatro grego não só não deixam de contemplar o aspecto dionisíaco, mas também têm um forte sentido de crítica social. A transformação técnica da escritura dramática já contempla algumas das transformações sociais que a fizeram possível.
No presente ensaio tentaremos reconstruir a análise de Nietzsche sobre a tragédia e a comédia gregas a partir das noções de liminal e liminóide do antropólogo Victor Turner. Isto nos permitirá questionar um aspecto crítico presente no argumento nietzscheano. A cultura artística – baseada principalmente pela força dionisíaca – não necessariamente pode servir de parâmetro para uma crítica normativa da cultura em geral. No teatro está em jogo uma economia das representações que deve ser analisada obra por obra. O teatro grego combina aspectos rituais e metateatrais. Neste sentido, propomos uma análise da estrutura dramática de algumas obras de Ésquilo, Sófocles, Eurípedes e Aristófanes a partir das noções de liminalidade e liminóide. Argumentaremos que o desenvolvimento dramático em jogo nas transformações do teatro grego não só não deixam de contemplar o aspecto dionisíaco, mas também têm um forte sentido de crítica social. A transformação técnica da escritura dramática já contempla algumas das transformações sociais que a fizeram possível.
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