Valores perros: procesos y proyectos de desvalorización y (re)valorización entre los/as trabajadores/as caninos de Buenos Aires, Argentina

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Fecha
07/2024
Editorial
Colegio de Graduados de Antropología de la República Argentina
Revista
Publicar en antropología y ciencias sociales
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Institución organizadora
ISSN
0327-6627
eISSN
2250-7671
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Idioma
Español
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Resumen
Las actividades de los/as trabajadores/as caninos de Buenos Aires se ubican en la intersección de procesos sociales de escala global vinculados tanto a las transformaciones del trabajo en el capitalismo contemporáneo como a las reconfiguraciones en las nociones de familia, persona, y en torno al valor de la vida animal. Éstas se traducen en experiencias concomitantes y contradictorias de desvalorización y valorización de sus actividades. En este artículo exploro estos procesos en un diálogo heterodoxo entre distintas tradiciones antropológicas para conceptualizar la noción de valor. A partir de este diálogo, propongo comprender al proceso de organización gremial de los/as trabajadores/as caninos como un proyecto creativo de (re)valorización en el que se producen no sólo mejoras sustantivas para el trabajo de las personas, sino formas cotidianas, relacionales y concretas de bienestar animal.
The activities of canine workers in Buenos Aires are located at the intersection of social processes on a global scale linked both to the transformations of labor in contemporary capitalism and to the reconfigurations of the notions of family, person, and the value of animal life. These translate into concomitant and contradictory experiences of devalorization and valorizing their activities. This paper explores these processes in a heterodox dialogue between anthropological traditions conceptualizing value notions. From this dialogue, the proposal is to understand the canine workers’ union organization process as a creative project of (re)valorization in which they produce substantive improvements for people’s work and everyday, relational, and concrete forms of animal welfare.
As actividades dos trabalhadores caninos em Buenos Aires situam-se na intersecção de processos sociais globais ligados tanto às transformações do trabalho no capitalismo contemporâneo assim como às reconfigurações das noções de família, pessoa e valor da vida animal. Estes processos se traduzem em experiências concomitantes e contraditórias de desvalorização e valorização das suas actividades. Neste artigo exploro estes processos num diálogo heterodoxo entre diferentes tradições antropológicas para concetualizar a noção de valor. A partir deste diálogo, proponho compreender o processo de organização sindical dos trabalhadores caninos como um projeto criativo de (re)valorização em que se produzem não só melhorias substantivas no trabalho das pessoas, mas também formas quotidianas, relacionais e concretas de bem-estar animal.
The activities of canine workers in Buenos Aires are located at the intersection of social processes on a global scale linked both to the transformations of labor in contemporary capitalism and to the reconfigurations of the notions of family, person, and the value of animal life. These translate into concomitant and contradictory experiences of devalorization and valorizing their activities. This paper explores these processes in a heterodox dialogue between anthropological traditions conceptualizing value notions. From this dialogue, the proposal is to understand the canine workers’ union organization process as a creative project of (re)valorization in which they produce substantive improvements for people’s work and everyday, relational, and concrete forms of animal welfare.
As actividades dos trabalhadores caninos em Buenos Aires situam-se na intersecção de processos sociais globais ligados tanto às transformações do trabalho no capitalismo contemporâneo assim como às reconfigurações das noções de família, pessoa e valor da vida animal. Estes processos se traduzem em experiências concomitantes e contraditórias de desvalorização e valorização das suas actividades. Neste artigo exploro estes processos num diálogo heterodoxo entre diferentes tradições antropológicas para concetualizar a noção de valor. A partir deste diálogo, proponho compreender o processo de organização sindical dos trabalhadores caninos como um projeto criativo de (re)valorização em que se produzem não só melhorias substantivas no trabalho das pessoas, mas também formas quotidianas, relacionais e concretas de bem-estar animal.
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