Imagen y política de la mirada: Postales sensibles de un pasaje de época
; Godoy, Analía Aurora 
Otros responsables
Fecha
2025-06-16
Editorial
Universidad de Los Hemisferios
Revista
ComHumanitas: Revista Científica de Comunicación
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
eISSN
1390-776X
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
A través de la pregunta acerca de cómo miramos y cómo esa mirada constituye lo social, se explora el primer Salón de artes Visuales del Museo Municipal de Bellas Artes Fernando Bonfiglioli (Villa María, Argentina). Este acontecimiento – en tanto expresión de una particular “política la mirada” (Scribano, 2018), condensa debates y sentidos relevantes para comprender un “pasaje de época” (Melucci, 1994). Se propone restituir "postales" de este acontecimiento, como una estrategia experimental: cada postal se presenta como una configuración singular de imagen y textos, que invita a pensar – tal como proponía Benjamin (2005) que solo hay conocimiento a modo de relámpago, y que texto “es el largo trueno que después retumba”. Se destaca así la potencia de las imágenes no solo como objetos de interpretación, sino como agentes activos en la construcción del conocimiento. En este marco, la primera postal refracta la relación entre historia, tiempo y espacio, donde la mirada es resignificada a partir de lo que la imagen configura como “huella” sensible del patrimonio. Por su parte, en la segunda postal, la política de la mirada y los regímenes de visibilidad aparecen resignificando a las imágenes como “ventanas” orientadas al proceso relacional de patrimonialización. En su conjunto, esta apuesta experimental propone aperturas que, desde las experiencias visuales, provoquen críticas a las formas naturalizadas de ver-conocer-sentir.
Through the question of how we look and how that look constitutes the social, the first Visual Arts Salon of the Museo Municipal de Bellas Artes Fernando Bonfiglioli (Town Fine Arts Museum Fernado Bonfiglioli) in Villa María, Córdoba, Argentina is explored. This event - as an expression of a particular ‘politics of gaze’ (Scribano, 2018), condenses relevant debates and meanings to understand a ‘epochal passage’ (Melucci, 1994). It is proposed to restitute ‘postcards’ of this event as an experimental strategy: each postcard is presented as a singular configuration of image and text which invites us to think - as Benjamin (2005) proposed that there is only knowledge in the form of lightning, and that text ‘is the long thunder that then will resound’. Thus, It highlights the power of images not only as objects of interpretation but also as active agents in the construction of knowledge. Within this framework, the first postcard refracts the relationship between history, time and space, where the gaze is re-signified on the basis of what the image configures as a sensitive ‘trace’ of heritage. Also, in the second postcard, the politics of the gaze and the regimes of visibility appear resignifying the images as ‘windows’ oriented to the relational process of patrimonialisation. As a whole, this experimental approach proposes openings that, from visual experiences, provoke criticism of the naturalised ways of seeing-knowing-feeling.
Através da questão sobre como olhamos e como esse olhar constitui o social, explora-se o primeiro Salão de Artes Visuais do Museu Municipal de Belas Artes Fernando Bonfiglioli (Villa Maria, Argentina). Esse acontecimento – enquanto expressão de uma particular “política do olhar” (Scribano, 2018), condensam debates e sentidos relevantes para compreender uma “passagem de época” (Melucci, 1994). Propõe-se restituir “postais” desse acontecimento, como uma estratégia experimental: cada postal se apresenta como uma configuração singular de imagem e textos, que convida a pensar – assim como propunha Benjamin (2005) que o conhecimento ocorre como um relâmpago, e que o texto “é o longo trovão que depois retumba”. Destaca-se, assim, o poder das imagens não apenas como objetos de interpretação, mas como agentes ativos na construção do conhecimento. Nesse contexto, o primeiro postal refrata a relação entre história, tempo e espaço, onde o olhar é resignificado a partir do que a imagem configura como “marca” sensível do patrimônio. Por sua vez, no segundo postal, a política do olhar e os regimes de visibilidade aparecem resignificando as imagens como “janelas” orientadas ao processo relacional de patrimonialização. Como um todo, essa aposta experimental propõe aberturas que, a partir das experiências visuais, provoquem críticas às formas naturalizadas de ver-conhecer-sentir.
Through the question of how we look and how that look constitutes the social, the first Visual Arts Salon of the Museo Municipal de Bellas Artes Fernando Bonfiglioli (Town Fine Arts Museum Fernado Bonfiglioli) in Villa María, Córdoba, Argentina is explored. This event - as an expression of a particular ‘politics of gaze’ (Scribano, 2018), condenses relevant debates and meanings to understand a ‘epochal passage’ (Melucci, 1994). It is proposed to restitute ‘postcards’ of this event as an experimental strategy: each postcard is presented as a singular configuration of image and text which invites us to think - as Benjamin (2005) proposed that there is only knowledge in the form of lightning, and that text ‘is the long thunder that then will resound’. Thus, It highlights the power of images not only as objects of interpretation but also as active agents in the construction of knowledge. Within this framework, the first postcard refracts the relationship between history, time and space, where the gaze is re-signified on the basis of what the image configures as a sensitive ‘trace’ of heritage. Also, in the second postcard, the politics of the gaze and the regimes of visibility appear resignifying the images as ‘windows’ oriented to the relational process of patrimonialisation. As a whole, this experimental approach proposes openings that, from visual experiences, provoke criticism of the naturalised ways of seeing-knowing-feeling.
Através da questão sobre como olhamos e como esse olhar constitui o social, explora-se o primeiro Salão de Artes Visuais do Museu Municipal de Belas Artes Fernando Bonfiglioli (Villa Maria, Argentina). Esse acontecimento – enquanto expressão de uma particular “política do olhar” (Scribano, 2018), condensam debates e sentidos relevantes para compreender uma “passagem de época” (Melucci, 1994). Propõe-se restituir “postais” desse acontecimento, como uma estratégia experimental: cada postal se apresenta como uma configuração singular de imagem e textos, que convida a pensar – assim como propunha Benjamin (2005) que o conhecimento ocorre como um relâmpago, e que o texto “é o longo trovão que depois retumba”. Destaca-se, assim, o poder das imagens não apenas como objetos de interpretação, mas como agentes ativos na construção do conhecimento. Nesse contexto, o primeiro postal refrata a relação entre história, tempo e espaço, onde o olhar é resignificado a partir do que a imagem configura como “marca” sensível do patrimônio. Por sua vez, no segundo postal, a política do olhar e os regimes de visibilidade aparecem resignificando as imagens como “janelas” orientadas ao processo relacional de patrimonialização. Como um todo, essa aposta experimental propõe aberturas que, a partir das experiências visuais, provoquem críticas às formas naturalizadas de ver-conhecer-sentir.
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