Registros realistas, pantallas modernas. Escritura y colaboración de Augusto Roa Bastos, Tomás Eloy Martínez y Daniel Cherniavsky en El último piso y El terrorista

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Fecha
12/2018
Editorial
Universidad de Palermo. Facultad de Diseño y Comunicación
Revista
Cuadernos del Centro de Estudios de Diseño y Comunicación
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Institución organizadora
ISSN
1668-0227
eISSN
1853-3523
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
Este artículo analiza la labor conjunta de Augusto Roa Bastos, Tomás Eloy Martínez y Daniel Cherniavsky para los largometrajes El último piso y El terrorista en el marco de las transformaciones que se produjeron en el cine argentino a principios de los años sesenta. El trabajo de escritura común que reunió a los narradores y al cineasta propició una modalidad innovadora de confluencia entre el cine y la literatura, distinta de la que se había establecido en la producción de estudios. En este sentido, la coescritura alteraba y ampliaba los roles limitados del libretista y del director, y, simultáneamente, cuestionaba la figura de la autoría tal como estaba instalada en la institución literaria. A la par, la labor en torno a estos dos proyectos adelantó las poéticas de los años sesenta que se debatían entre la exigencia realista y la vocación modernizadora.Cuadernos de Comunicación es una Revista tipo 1. Está indizada en los repositorios Scielo, Latindex, Ebsco, Dialnet y pertenece al núcleo básico de revistas científicas de Caicyt.
This article analyzes the joint work of Augusto Roa Bastos, Tomás Eloy Martínez and Daniel Cherniavsky for the films El último piso and El terrorista in the framework of the transformations that took place in Argentine cinema at the beginning of the 1960s. The common writing work that brought together the narrators and the filmmaker fostered an innovative way of confluence between film and literature, different from that which had been established in the studios’ production. In this sense, co-writing altered and expanded the limited roles of librettist and director, and questioned the figure of authorship as it was installed in the literary institution. At the same time, the work of co-writing of these two films anticipates the poetics of the 1960s, between the realistic demand and the modernizing vocation
Este artigo discute o trabalho conjunto de Augusto Roa Bastos, Tomás Eloy Martínez e Daniel Cherniavsky para recurso filmes El último piso e El terrorista no quadro das transformações ocorridas no cinema argentino na década de 1960. O trabalho de escrita comum que trouxe os contadores de histórias e o cineasta levou a uma convergência de modalidade inovadora entre cinema e literatura, diferente do que tinha sido estabelecido na produção de estudos. Neste sentido, a co-escrever alterado e expandido o limitado das funções do libretista e diretor e, ao mesmo tempo, questionou a figura de autoria, como ele foi instalado na instituição literária. Ao mesmo tempo, o trabalho sobre estes dois projetam à frente a poesia da década de 1960 que foram discutidos entre a exigência realista e a vocação de modernização.
This article analyzes the joint work of Augusto Roa Bastos, Tomás Eloy Martínez and Daniel Cherniavsky for the films El último piso and El terrorista in the framework of the transformations that took place in Argentine cinema at the beginning of the 1960s. The common writing work that brought together the narrators and the filmmaker fostered an innovative way of confluence between film and literature, different from that which had been established in the studios’ production. In this sense, co-writing altered and expanded the limited roles of librettist and director, and questioned the figure of authorship as it was installed in the literary institution. At the same time, the work of co-writing of these two films anticipates the poetics of the 1960s, between the realistic demand and the modernizing vocation
Este artigo discute o trabalho conjunto de Augusto Roa Bastos, Tomás Eloy Martínez e Daniel Cherniavsky para recurso filmes El último piso e El terrorista no quadro das transformações ocorridas no cinema argentino na década de 1960. O trabalho de escrita comum que trouxe os contadores de histórias e o cineasta levou a uma convergência de modalidade inovadora entre cinema e literatura, diferente do que tinha sido estabelecido na produção de estudos. Neste sentido, a co-escrever alterado e expandido o limitado das funções do libretista e diretor e, ao mesmo tempo, questionou a figura de autoria, como ele foi instalado na instituição literária. Ao mesmo tempo, o trabalho sobre estes dois projetam à frente a poesia da década de 1960 que foram discutidos entre a exigência realista e a vocação de modernização.
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