Una bisagra para las transformaciones de la vida moderna: el fenómeno de la moda en un mundo oxidado

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Fecha
07/2024
Editorial
Universidad de Palermo. Facultad de Diseño y Comunicación. Centro de Investigaciones en Arquitectura. Instituto de Investigación en Diseño
Revista
Cuadernos del Centro de Estudios en Diseño y Comunicación
Título del libro
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Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
1668-0227
eISSN
1853-3523
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
En el presente artículo se utilizarán dos metáforas que permiten comprender y explicar algunos de los elementos esenciales que hacen a la vida moderna. ¿Cómo es que se sostiene una modernidad que se oxida una y otra vez pero que se renueva infinitamente? Bajo una metodología helicoidal, hemos abrevado en autores de siglos muy distantes con el objetivo de demostrar la hipótesis: siempre hubo modernidad, sólo que sufrió oxidaciones y que cada presente se encargó de recomponer, restaurar para que no perezca. El fenómeno de la moda actúa así como la bisagra que coadyuva a introducir innovaciones y, al mismo tiempo, impone cuotas de olvido de costumbres y tradiciones pasadas.
In this article, two metaphors will be used that allow us to understand and explain some of the essential elements that make up modern life. How is it that a modernity that rusts again and again but is infinitely renewed is sustained? Under a helical methodology, we have drawn on authors from very distant centuries with the aim of demonstrating the hypothesis: there has always been modernity, only it suffered oxidation and that each present was responsible for recomposing, restoring so that it does not perish. The phenomenon of fashion thus acts as the hinge that helps introduce innovations and, at the same time, imposes quotas on forgetting past customs and traditions.
Neste artigo serão utilizadas duas metáforas que nos permitem compreender e explicar alguns dos elementos essenciais que constituem a vida moderna. Como é que se sustenta uma modernidade que enferruja continuamente, mas que se renova infinitamente? Sob uma metodologia helicoidal, recorremos a autores de séculos muito distantes com o objetivo de demonstrar a hipótese: a modernidade sempre existiu, só que sofreu oxidação e que cada presente foi responsável por recompor, restaurar para que não perecesse. O fenómeno da moda funciona assim como a dobradiça que ajuda a introduzir inovações e, ao mesmo tempo, impõe quotas ao esquecimento de costumes e tradições passadas.
In this article, two metaphors will be used that allow us to understand and explain some of the essential elements that make up modern life. How is it that a modernity that rusts again and again but is infinitely renewed is sustained? Under a helical methodology, we have drawn on authors from very distant centuries with the aim of demonstrating the hypothesis: there has always been modernity, only it suffered oxidation and that each present was responsible for recomposing, restoring so that it does not perish. The phenomenon of fashion thus acts as the hinge that helps introduce innovations and, at the same time, imposes quotas on forgetting past customs and traditions.
Neste artigo serão utilizadas duas metáforas que nos permitem compreender e explicar alguns dos elementos essenciais que constituem a vida moderna. Como é que se sustenta uma modernidade que enferruja continuamente, mas que se renova infinitamente? Sob uma metodologia helicoidal, recorremos a autores de séculos muito distantes com o objetivo de demonstrar a hipótese: a modernidade sempre existiu, só que sofreu oxidação e que cada presente foi responsável por recompor, restaurar para que não perecesse. O fenómeno da moda funciona assim como a dobradiça que ajuda a introduzir inovações e, ao mesmo tempo, impõe quotas ao esquecimento de costumes e tradições passadas.
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