“¿Y a vos quién te está avivando?”: Estrategias de Lucha y Organización de las Trabajadoras Domésticas Remuneradas en la Ciudad de Salta

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Fecha
01/2025
Editorial
Universidad Nacional de Santiago del Estero. Facultad de Humanidades y Ciencias Sociales. Instituto de Estudios para el Desarrollo Social
Revista
Trabajo y Sociedad
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Institución organizadora
ISSN
1514-6871
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Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Resumen
Este artículo analiza las principales estrategias de organización de las trabajadoras domésticas remuneradas en la ciudad de Salta, con un enfoque particular en las tácticas desplegadas por el grupo "Unidas Podemos Lograrlo". A través de un estudio de caso intrínseco de tipo etnográfico, se identifican tres estrategias clave: la organización de reuniones y asambleas en espacios públicos para visibilizar su lucha y atraer a nuevas compañeras; la participación en medios de comunicación para disputar la percepción del trabajo doméstico desde un enfoque de derechos; y la creación de espacios de sociabilidad, tanto virtuales como en lugares cotidianos, que fortalecen la solidaridad y expanden la agrupación. En un contexto marcado por la ausencia sindical, este estudio visibiliza nuevas formas de organización y replantea la participación política de las trabajadoras en la reivindicación de sus derechos laborales.
This article analyses the main organisational strategies of paid domestic workers in the city of Salta, with a particular focus on the tactics deployed by the group "Unidas Podemos Lograrlo". Through an intrinsic ethnographic case study, three key strategies are identified: the organisation of meetings and assemblies in public spaces to make their struggle visible and attract new colleagues; participation in the media to challenge the perception of domestic work from a rights-based approach; and the creation of spaces for sociability, both virtual and in everyday places, which strengthen solidarity and expand grouping. In a context marked by the absence of unions, this study makes visible new forms of organisation and rethinks the political participation of workers in the vindication of their labour rights.
Este artigo analisa as principais estratégias de organização das empregadas domésticas remuneradas na cidade de Salta, com particular enfoque nas táticas utilizadas pelo grupo “Unidas Podemos Lograrlo”. Através de um estudo de caso etnográfico intrínseco, são identificadas três estratégias principais: a organização de reuniões e assembleias em espaços públicos para tornar visível a sua luta e atrair novos colegas; participação nos media para contestar a perceção do trabalho doméstico a partir de uma abordagem baseada nos direitos; e a criação de espaços de sociabilidade, tanto virtuais como no quotidiano, que fortaleçam a solidariedade e alarguem o grupo. Num contexto marcado pela ausência sindical, este estudo torna visíveis novas formas de organização e repensa a participação política das trabalhadoras na reivindicação dos seus direitos laborais.
This article analyses the main organisational strategies of paid domestic workers in the city of Salta, with a particular focus on the tactics deployed by the group "Unidas Podemos Lograrlo". Through an intrinsic ethnographic case study, three key strategies are identified: the organisation of meetings and assemblies in public spaces to make their struggle visible and attract new colleagues; participation in the media to challenge the perception of domestic work from a rights-based approach; and the creation of spaces for sociability, both virtual and in everyday places, which strengthen solidarity and expand grouping. In a context marked by the absence of unions, this study makes visible new forms of organisation and rethinks the political participation of workers in the vindication of their labour rights.
Este artigo analisa as principais estratégias de organização das empregadas domésticas remuneradas na cidade de Salta, com particular enfoque nas táticas utilizadas pelo grupo “Unidas Podemos Lograrlo”. Através de um estudo de caso etnográfico intrínseco, são identificadas três estratégias principais: a organização de reuniões e assembleias em espaços públicos para tornar visível a sua luta e atrair novos colegas; participação nos media para contestar a perceção do trabalho doméstico a partir de uma abordagem baseada nos direitos; e a criação de espaços de sociabilidade, tanto virtuais como no quotidiano, que fortaleçam a solidariedade e alarguem o grupo. Num contexto marcado pela ausência sindical, este estudo torna visíveis novas formas de organização e repensa a participação política das trabalhadoras na reivindicação dos seus direitos laborais.
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