Definiciones restringidas del espacio público, expulsión urbana e invisibilización de las personas en situación de calle en la Ciudad Autónoma de Buenos Aires

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Fecha
06/2025
Editorial
Universidad de Buenos Aires. Facultad de Filosofía y Letras
Revista
Cuadernos de Antropología Social
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ISSN
1850-275X
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Idioma
Español
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Resumen
En base a un trabajo de campo etnográfico, el artículo analiza las dinámicas expulsivas del espacio público dirigidas a las personas en situación de calle (PSC) en la ciudad Autónoma de Buenos Aires. Como hipótesis, se sostiene que la caracterización de las políticas públicas para estas poblaciones debe incluir las medidas gubernamentales en torno al espacio público, las cuales fomentan la invisibilización del fenómeno de calle. Nos referimos a la irrupción de las fuerzas de seguridad contra las ranchadas; a la proliferación de una arquitectura hostil; a las organizaciones de vecinos encaminadas a erradicar a las PSC de “sus barrios”; etc. Las perspectivas restringidas del espacio público justifican sus medidas apelando a la necesidad de garantizar la “circulación” de “los ciudadanos” y a preservar el “paisaje”. Dichos enfoques predeterminan presencias y usuarios legítimos en el espacio público, forzando el constante desplazamiento de las PSC.
Based on ethnographic fieldwork, the article analyzes the expulsive dynamics of public space aimed at homeless people in the Autonomous City of Buenos Aires. As a hypothesis, it is argued that the characterization of public policies for these populations must include government measures around public space which, for some time now at present, promote the invisibilization of the street phenomenon. We are referring to the irruption of the security forces against the camps for homeless people; to the proliferation of a hostile architecture; to neighborhood organizations aimed at eradicating homeless from “their neighborhoods”; etc. The restricted perspectives of public space justify their measures by appealing to the need to guarantee the “circulation” of “citizens” and to preserve the “landscape.” These policies predetermine legitimate presences and users in public space, forcing the constant displacement of homeless.
A partir de um trabalho de campo etnográfico, o artigo analisa a dinâmica expulsiva do espaço público destinado aos moradores de rua na Cidade Autônoma de Buenos Aires. Como hipótese, defende-se que a caracterização das políticas públicas para estas populações deve incluir medidas governamentais em torno do espaço público que, por muito tempo e atualmente, promovam a invisibilização do fenómeno da rua. Estamos nos referindo à irrupção das forças de segurança contra os acampamentos para moradores de rua; à proliferação de uma arquitetura hostil; às organizações de bairro que pretendem erradicar a os moradores de rua dos “seus bairros”; etc. As perspectivas restritas do espaço público justificam as suas medidas apelando à necessidade de garantir a “circulação” dos “cidadãos” e de preservar a “paisagem”. Essas políticas predeterminam presenças e usuários legítimos no espaço público, forçando o deslocamento constante dos moradores de rua.
Based on ethnographic fieldwork, the article analyzes the expulsive dynamics of public space aimed at homeless people in the Autonomous City of Buenos Aires. As a hypothesis, it is argued that the characterization of public policies for these populations must include government measures around public space which, for some time now at present, promote the invisibilization of the street phenomenon. We are referring to the irruption of the security forces against the camps for homeless people; to the proliferation of a hostile architecture; to neighborhood organizations aimed at eradicating homeless from “their neighborhoods”; etc. The restricted perspectives of public space justify their measures by appealing to the need to guarantee the “circulation” of “citizens” and to preserve the “landscape.” These policies predetermine legitimate presences and users in public space, forcing the constant displacement of homeless.
A partir de um trabalho de campo etnográfico, o artigo analisa a dinâmica expulsiva do espaço público destinado aos moradores de rua na Cidade Autônoma de Buenos Aires. Como hipótese, defende-se que a caracterização das políticas públicas para estas populações deve incluir medidas governamentais em torno do espaço público que, por muito tempo e atualmente, promovam a invisibilização do fenómeno da rua. Estamos nos referindo à irrupção das forças de segurança contra os acampamentos para moradores de rua; à proliferação de uma arquitetura hostil; às organizações de bairro que pretendem erradicar a os moradores de rua dos “seus bairros”; etc. As perspectivas restritas do espaço público justificam as suas medidas apelando à necessidade de garantir a “circulação” dos “cidadãos” e de preservar a “paisagem”. Essas políticas predeterminam presenças e usuários legítimos no espaço público, forçando o deslocamento constante dos moradores de rua.
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