Los intelectuales de derecha y la universidad argentina (1955-1983)

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Fecha
2021-07-08
Editorial
Universidade Estadual de Goiás. Programa de Pós Graduação em História
Revista
Revista de História da UEG
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Institución organizadora
ISSN
2316-4379
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Idioma
Español
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Resumen
En este artículo analizaremos el pensamiento de derecha de siete intelectuales sobre la Universidad, estudiando el contenido de nueve libros que escribieron acerca de la situación en Argentina. En primer lugar, brindaremos algunos datos de sus biografías, y luego, presentaremos qué opinaban estos autores sobre lo ocurrido en la universidad argentina entre 1955 y 1966, acerca del mejor modelo de universidad a seguir, y cómo consideraban lo sucedido en la universidad durante el gobierno peronista de 1973. Pretendemos mostrar que estos intelectuales combinaron, en partes iguales, el marcado anticomunismo de la época, con un rechazo radical al reformismo.
Neste artigo discutiremos o conteúdo de nove livros escritos por sete intelectuais à direita, sobre a situação da universidade. Primeiro, forneceremos alguns dados sobre suas biografias, e depois apresentaremos o que esses autores pensaram sobre o que aconteceu na universidade argentina entre 1955 e 1966, sobre o melhor modelo de universidade a seguir, e como eles consideraram o que aconteceu na universidade durante o governo peronista de 1973. Pretendemos mostrar que esses intelectuais combinaram, igualmente, o marcado anticomunismo da época, com uma rejeição radical do reformismo.
Neste artigo discutiremos o conteúdo de nove livros escritos por sete intelectuais à direita, sobre a situação da universidade. Primeiro, forneceremos alguns dados sobre suas biografias, e depois apresentaremos o que esses autores pensaram sobre o que aconteceu na universidade argentina entre 1955 e 1966, sobre o melhor modelo de universidade a seguir, e como eles consideraram o que aconteceu na universidade durante o governo peronista de 1973. Pretendemos mostrar que esses intelectuais combinaram, igualmente, o marcado anticomunismo da época, com uma rejeição radical do reformismo.
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