Nacionalistas y libertarios: Tensiones en torno de las conmemoraciones y símbolos patrios en la educación primaria (Argentina, 1910-1930)

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Fecha
07/2020
Editorial
Sociedade Brasileira de História da Educação
Revista
Revista Brasileira de História da Educação
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ISSN
1519-5902
eISSN
2238-0094
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Idioma
Español
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Resumen
En el período 1910-1930, la educación nacionalista fue fundamental en el currículo de las escuelas primarias en la Argentina. El Consejo Nacional de educación, organismo dependiente del gobierno federal, estableció la normativa para adaptar a los inmigrantes a la cultura nacional y para contrarrestar la influencia de las teorías colectivistas e internacionalistas en las nuevas generaciones. La ‘historia patria’, con sus símbolos, ceremonias y prácticas escolares cotidianas fue un vehículo fundamental, dando un papel central a los episodios de la independencia política, lograda en 1816. En este artículo se analizan las continuidades y cambios del patriotismo escolar, en su relación con la renovación pedagógica y con la oposición sostenida desde la prensa anarquista, frente al militarismo y al adoctrinamiento de la infancia.
No período de 1910 a 1930, a educação nacionalista foi essencial no currículo das escolas primárias na Argentina. O Conselho Nacional de Educação, um órgão dependente do governo federal, estabeleceu os regulamentos para adaptar os imigrantes à cultura nacional e neutralizar a influência das teorias coletivistas e internacionalistas nas novas gerações. A ‘história da pátria’, com seus símbolos, cerimônias e práticas diárias da escola, foi um veículo fundamental, dando um papel central aos episódios de independência política, alcançados em 1816. Este artigo analisa as continuidades e mudanças do patriotismo escolar, em sua relação com a renovação pedagógica e com a oposição sustentada da imprensa anarquista, contra o militarismo e a doutrinação da infância.
In the period 1910-1930, nationalist education was essential in the curriculum of primary schools in Argentina. The National Education Council, a body dependent on the federal government, established the regulations to adapt immigrants to the national culture and to counteract the influence of collectivist and internationalist theories on new generations. The ‘patriotic history’, with its symbols, ceremonies and daily school practices was a fundamental vehicle, giving a central role to the episodes of political independence, achieved in 1816. This article analyzes the continuities and changes of school patriotism, in its relation with the pedagogical renewal and with the sustained opposition from the anarchist press, against militarism and the indoctrination of childhood.
No período de 1910 a 1930, a educação nacionalista foi essencial no currículo das escolas primárias na Argentina. O Conselho Nacional de Educação, um órgão dependente do governo federal, estabeleceu os regulamentos para adaptar os imigrantes à cultura nacional e neutralizar a influência das teorias coletivistas e internacionalistas nas novas gerações. A ‘história da pátria’, com seus símbolos, cerimônias e práticas diárias da escola, foi um veículo fundamental, dando um papel central aos episódios de independência política, alcançados em 1816. Este artigo analisa as continuidades e mudanças do patriotismo escolar, em sua relação com a renovação pedagógica e com a oposição sustentada da imprensa anarquista, contra o militarismo e a doutrinação da infância.
In the period 1910-1930, nationalist education was essential in the curriculum of primary schools in Argentina. The National Education Council, a body dependent on the federal government, established the regulations to adapt immigrants to the national culture and to counteract the influence of collectivist and internationalist theories on new generations. The ‘patriotic history’, with its symbols, ceremonies and daily school practices was a fundamental vehicle, giving a central role to the episodes of political independence, achieved in 1816. This article analyzes the continuities and changes of school patriotism, in its relation with the pedagogical renewal and with the sustained opposition from the anarchist press, against militarism and the indoctrination of childhood.
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