Emergents in the African Scenario: a South-South approach to Southeast Asia diplomatic and trade initiatives in the continent

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Fecha
01/2016
Editorial
Universidade Estadual Paulista
Revista
Brazilian Journal of International Relations
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ISSN
2237-7743
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Inglés
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Resumen
The diplomatic ties between Africa and Southeast Asia (SEA) have historically been sporadic and erratic. The only country in the SEA that the first decades after independence maintained a relatively narrower link to some African countries was Indonesia. Today, trade has gained momentum, being South Africa, Egypt and Nigeria, the largest trading partners of ASEAN in Africa, thanks to the growth rates of emerging countries in both regions.This increasing trade relation has been accompanied by some political diplomatic initiatives such as the AASROC (Asian African Sub Regional Organizations Conference), the NAASP (New Asian African Strategic Partnership) and the interregional approach between ASEAN and the African Union (may 2012). And, in the cases of Thailand, Indonesia and Malaysia, there has also been a slight development in bilateral relations. From a South-South perspective, our aim in this paper is to discuss the density and possibilities of this bilateral and multilateral relation and what consequences might bring to Africa.
As relações diplomáticas entre a África e Sudeste da Ásia (SEA) têm sido historicamente esporádicas e irregulares. O único país do SEA que as primeiras décadas após a independência manter uma ligação relativamente estreita de alguns países africanos foi Indonésia. Hoje, o comércio ganhou força, sendo a África do Sul, Egito e Nigéria, os maiores parceiros comerciais da ASEAN em África, devido às taxas de crescimento dos países emergentes em ambas regiões. Esta relação comercial crescente tem sido acompanhada por algumas iniciativas políticas diplomáticas, como o AASROC (Asian African Sub Regional Organizations Conference) NAASP (New Asian African Strategic Partnership) ea abordagem inter-regional entre a ASEAN e da União Africano (maio de 2012). E, nos casos de Tailândia, Indonésia e Malásia, também tem havido um ligeiro desenvolvimento das relações bilaterais. A partir de uma perspectiva Sul-Sul, o nosso objetivo neste artigo é discutir a densidade e as possibilidades dessa relação bilateral e multilateral e que consequências pode trazer para a África.
As relações diplomáticas entre a África e Sudeste da Ásia (SEA) têm sido historicamente esporádicas e irregulares. O único país do SEA que as primeiras décadas após a independência manter uma ligação relativamente estreita de alguns países africanos foi Indonésia. Hoje, o comércio ganhou força, sendo a África do Sul, Egito e Nigéria, os maiores parceiros comerciais da ASEAN em África, devido às taxas de crescimento dos países emergentes em ambas regiões. Esta relação comercial crescente tem sido acompanhada por algumas iniciativas políticas diplomáticas, como o AASROC (Asian African Sub Regional Organizations Conference) NAASP (New Asian African Strategic Partnership) ea abordagem inter-regional entre a ASEAN e da União Africano (maio de 2012). E, nos casos de Tailândia, Indonésia e Malásia, também tem havido um ligeiro desenvolvimento das relações bilaterais. A partir de uma perspectiva Sul-Sul, o nosso objetivo neste artigo é discutir a densidade e as possibilidades dessa relação bilateral e multilateral e que consequências pode trazer para a África.
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