“La dignidad de resistir”: El valor ético- político de la resistencia

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Fecha
02/2023
Editorial
Universidade Católica de Pernambuco
Revista
Ágora Filosófica
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Institución organizadora
ISSN
eISSN
1982-999X
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Idioma
Español
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Resumen
El presente trabajo examina los modos en que la construcción social de la normalidad constituye un mecanismo de inclusión/exclusión en el marco del sistema capitalista colonial moderno. En tal sentido, muestra la articulación que existe entre los procesos de subjetivación/sujeción, la reproducción del cuerpo social sano y la exclusión de “sujetos no productivos”, donde los discursos tienen efectos materiales concretos de exclusión de todo aquello que represente una amenaza para el funcionamiento del sistema.Frente a lo cual proponemos una pedagogía de la resistencia basada en una perspectiva interseccional y en una ética de la liberación latinoamericana como estrategias para enfrentarlos procesos de negación de la alteridad, y desarticular las relaciones de dominación.Posibilitar desplazamientos y procesos donde prime la dignidad de resistir es el aporte que propone este trabajo.
O presente trabalho examina os modos em que a construção social da normalidade constitui um mecanismo de inclusão/ exclusão no contexto do sistema capitalista colonial moderno. Nesse sentido, mostra a articulação que existe entre os processos de subjetivação/ sujeição, a reprodução do corpo social saudável e a exclusão de "sujeitos não produtivos", onde os discursos têm efeitos materiais concretos de exclusão de tudo aquilo que representa uma ameaça ao funcionamento do sistema. Diante do que propomos uma pedagogia da resistência, baseada em uma perspectiva interseccional e em uma ética da libertação latino- americana como estratégias para enfrentar os processos de negação da alteridade, e desarticular as relações de dominação. Possibilitar deslocamentos e processos em que seja prioridade a dignidade de resistir é a contribuição a que se propõe este trabalho.
O presente trabalho examina os modos em que a construção social da normalidade constitui um mecanismo de inclusão/ exclusão no contexto do sistema capitalista colonial moderno. Nesse sentido, mostra a articulação que existe entre os processos de subjetivação/ sujeição, a reprodução do corpo social saudável e a exclusão de "sujeitos não produtivos", onde os discursos têm efeitos materiais concretos de exclusão de tudo aquilo que representa uma ameaça ao funcionamento do sistema. Diante do que propomos uma pedagogia da resistência, baseada em uma perspectiva interseccional e em uma ética da libertação latino- americana como estratégias para enfrentar os processos de negação da alteridade, e desarticular as relações de dominação. Possibilitar deslocamentos e processos em que seja prioridade a dignidade de resistir é a contribuição a que se propõe este trabalho.
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