Primer mapeo de huertas urbanas en Bariloche: herramienta de investigación y gestión
; Ocariz, María Paula ; Raffo, Fernando ; Nabaes Jodar, Diego Nicolás
; Mantiñan, Camila ; Garibaldi, Lucas Alejandro 
Otros responsables
Fecha
01/2024
Editorial
Universidad de Santiago de Chile. Instituto de Estudios Avanzados
Revista
Revista Iberoamericana de Viticultura, Agroindustria y Ruralidad
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Institución organizadora
ISSN
eISSN
0719-4994
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Idioma
Español
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Resumen
La ciudad de Bariloche, es paradigmática por su escasa planificación territorial y las marcadas desigualdades socioeconómicas y ambientales en su ejido. Asimismo, desde 1960 la preponderancia la actividad turística ha direccionado el desarrollo de la ciudad y se encuentra en tensión con otras actividades como la producción local de alimentos frescos. Estos productos son traídos generalmente de otras regiones, impactando su calidad y accesibilidad para la población en general. En tanto, existen experiencias de huertas que abastecen en parte a la ciudad de alimentos y generan una dinámica social relevante a la hora de reducir las desigualdades presentadas, pero no existe una sistematización de la información sobre esta actividad productiva en la ciudad. Ante este contexto, nuestro objetivo general fue mapear las producciones hortícolas de Bariloche, con un abordaje socioeconómico, ambiental y productivo, construyendo el primer sistema de información geográfica hortícola de la ciudad (con información de las personas que producen, las huertas y los cultivos) que permita establecer y visibilizar el aporte de las huertas urbanas como proveedores de un ambiente sano con ejercicio de la soberanía alimentaria. En este trabajo presentamos los primeros resultados que describen el panorama general de las huertas urbanas en la ciudad.
The city of Bariloche is paradigmatic for its scarce territorial planning and the marked socioeconomic and environmental inequalities within its boundaries. In this city, the preponderant tourist activity has directed since 1960 the development of the city and is in tension with other activities such as the local production of fresh food. These products are generally brought from other regions, impacting their quality and accessibility for the general population. Meanwhile, there are experiences of vegetable gardens that partly supply the city with food, and generate a relevant social dynamic when it comes to reducing the inequalities presented, but there is no systematization of information on this productive activity in the city. In this context, our general objective was to map the horticultural productions of Bariloche, with a socioeconomic, environmental, and productive approach, building the first horticultural geographic information system of the city that allows to establish and make visible the contribution of urban vegetable gardens as providers of a healthy environment with the exercise of food sovereignty.
A ciudade de Bariloche é paradigmática por sua limitada planificação territorial e as marcadas desigualdades socioeconômicas e ambientais em seu exido. Assimesmo, desde 1960 a preponderância na atividade turística tem direcionado o desenvolvimento da cidade e encontra-se em tensão com outras atividades como a produção local de alimentos frescos. Estes produtos são trazidos geralmente de outras regiões, impactando sua qualidade e acesibilidade para a população em general. Entanto, existem experiências de hortas que abastecem em parte à cidade de alimentos e geram una dinâmica social relevante na hora de reduzir as desigualdades presentadas, mas não existe uma sistematização da informação sobre esta atividad produtiva na cidade. Ante esse contexto, nosso objetivo geral foi realizar um mapeamento das produções hortícolas de Bariloche, com uma abordagem socioeconômica, ambiental e productiva, construindo o primeiro sistema de informação geográfica hortícola da cidade que permita estabelecer e visibilizar a aportação das hortas urbanas como provedoras de um ambiente saudável, com exercício da soberania alimentar.
The city of Bariloche is paradigmatic for its scarce territorial planning and the marked socioeconomic and environmental inequalities within its boundaries. In this city, the preponderant tourist activity has directed since 1960 the development of the city and is in tension with other activities such as the local production of fresh food. These products are generally brought from other regions, impacting their quality and accessibility for the general population. Meanwhile, there are experiences of vegetable gardens that partly supply the city with food, and generate a relevant social dynamic when it comes to reducing the inequalities presented, but there is no systematization of information on this productive activity in the city. In this context, our general objective was to map the horticultural productions of Bariloche, with a socioeconomic, environmental, and productive approach, building the first horticultural geographic information system of the city that allows to establish and make visible the contribution of urban vegetable gardens as providers of a healthy environment with the exercise of food sovereignty.
A ciudade de Bariloche é paradigmática por sua limitada planificação territorial e as marcadas desigualdades socioeconômicas e ambientais em seu exido. Assimesmo, desde 1960 a preponderância na atividade turística tem direcionado o desenvolvimento da cidade e encontra-se em tensão com outras atividades como a produção local de alimentos frescos. Estes produtos são trazidos geralmente de outras regiões, impactando sua qualidade e acesibilidade para a população em general. Entanto, existem experiências de hortas que abastecem em parte à cidade de alimentos e geram una dinâmica social relevante na hora de reduzir as desigualdades presentadas, mas não existe uma sistematização da informação sobre esta atividad produtiva na cidade. Ante esse contexto, nosso objetivo geral foi realizar um mapeamento das produções hortícolas de Bariloche, com uma abordagem socioeconômica, ambiental e productiva, construindo o primeiro sistema de informação geográfica hortícola da cidade que permita estabelecer e visibilizar a aportação das hortas urbanas como provedoras de um ambiente saudável, com exercício da soberania alimentar.
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