La conjura de la violencia en occidente

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Fecha
03/2014
Editorial
Hospital Interzonal General de Agudos Eva Perón
Revista
Inmanencia.
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Institución organizadora
ISSN
2250-5423
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Idioma
Español
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Resumen
Estado, mercado y disciplinamiento configuran el triple dispositivo a través del cual el occidente ha buscado conjurar la violencia con la esperanza de encuadrarla y eliminarla. A pesar o tal vez merced a los controles que se le quisieron imponer, la violencia está lejos de ser domesticada y en la modernidad ha adoptado formas más refinadas y novedosas. El monopolio estatal de la violencia ha tenido como contraparte la guerra civil y como forma paroxística el totalitarismo. La explotación ha sido la contracara de la “humanitaria” división capitalista del trabajo. El sujeto criminal y el terrorista fueron producto de una subjetivación que aspira a ubicar en la periferia social una violencia que en realidad le es inherente. Un sino trágico atraviesa al triple afán de control: a cada violencia que se pretende exorcizar sobreviene otra que no es más que el retorno de aquella forcluida. Así, la eliminación definitiva de la violencia deviene una posibilidad imposible que, no obstante su consabido fracaso, continúa como horizonte utópico de nuestras sociedades.
Estado, mercado e disciplinamento configuram o tríplice dispositivo através do qual Ocidente tem procurado conjurar a violência com a esperança de enquadrá-la e eliminá-la. A pesar, ou talvez por causa dos controles que quiseram impor-lhe, a violência está longe de ser domesticada e, na modernidade, tem adotado formas mais refinadas e novas. O monopólio estatal da violência teve como contraparte a guerra civil e, como forma paroxística, o totalitarismo. A exploração tem sido a contra cara da “humanitária” divisão capitalista do trabalho. O sujeito criminal e o terrorista foram produto de una subjetivação que aspira a pôr na periferia social uma violência que na verdade é inerente a ela. Uma sina trágica atravessa a tríplice vontade de controle: a cada violência que se pretende exorcizar sobrevém outra, que não é outra coisa senão o retorno daquela forcluída. Assim, a eliminação definitiva da violência se torna una possibilidade impossível que, no entanto seu conhecido fracasso, continua como horizonte utópico de nossas sociedades.
State, market, and disciplining configure a triple device through which the West has sought to avert violence hoping to frame it and eliminate it. Despite or perhaps thanks to the controls that were wanted to impose, violence is far from being domesticated and modernity has adopted more refined and innovative ways to express it. State monopoly on violence has had the civil war as counterpart and totalitarianism as a paroxysmal form. Exploitation has been the other side of the “humanitarian” capitalist division of labour. Criminal and terrorist subjects are product of a subjectivation that aspires to be located on the periphery of social violence but it is actually inherent. A tragic fate transpasses the triple control effort: every violence intended to be exorcised ensues its return. Thus, the ultimate violence elimination becomes an impossibility that, despite its well-known failure, it continues as an utopian horizon of our societies.
Estado, mercado e disciplinamento configuram o tríplice dispositivo através do qual Ocidente tem procurado conjurar a violência com a esperança de enquadrá-la e eliminá-la. A pesar, ou talvez por causa dos controles que quiseram impor-lhe, a violência está longe de ser domesticada e, na modernidade, tem adotado formas mais refinadas e novas. O monopólio estatal da violência teve como contraparte a guerra civil e, como forma paroxística, o totalitarismo. A exploração tem sido a contra cara da “humanitária” divisão capitalista do trabalho. O sujeito criminal e o terrorista foram produto de una subjetivação que aspira a pôr na periferia social uma violência que na verdade é inerente a ela. Uma sina trágica atravessa a tríplice vontade de controle: a cada violência que se pretende exorcizar sobrevém outra, que não é outra coisa senão o retorno daquela forcluída. Assim, a eliminação definitiva da violência se torna una possibilidade impossível que, no entanto seu conhecido fracasso, continua como horizonte utópico de nossas sociedades.
State, market, and disciplining configure a triple device through which the West has sought to avert violence hoping to frame it and eliminate it. Despite or perhaps thanks to the controls that were wanted to impose, violence is far from being domesticated and modernity has adopted more refined and innovative ways to express it. State monopoly on violence has had the civil war as counterpart and totalitarianism as a paroxysmal form. Exploitation has been the other side of the “humanitarian” capitalist division of labour. Criminal and terrorist subjects are product of a subjectivation that aspires to be located on the periphery of social violence but it is actually inherent. A tragic fate transpasses the triple control effort: every violence intended to be exorcised ensues its return. Thus, the ultimate violence elimination becomes an impossibility that, despite its well-known failure, it continues as an utopian horizon of our societies.
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