El derecho humano a trabajar: la concepción del Banco Mundial y los riesgos para el caso argentino

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Fecha
06/2014
Editorial
Universidad de Los Andes. Facultad de Derecho
Revista
Revista de Derecho Público
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ISSN
1909-7778
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Idioma
Español
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Resumen
El presente artículo de reflexión tiene por objetivo describir el alcance dado por el Banco Mundial al derecho humano a trabajar, en su Informe Mundial de Desarrollo 2013, titulado Empleos. Primero se analiza, desde la hermenéutica ju-rídica, el contenido y las consecuencias posibles de las normas que garantizan el derecho humano al trabajo. También se revisan, para sostener la interpretación, las posturas doctrinarias y jurisprudenciales aplicables, junto a los pronun-ciamientos de los organismos competentes. Luego se contrasta dicha interpretación con la extensión reconocida en el informe del Banco Mundial y se ponen de manifiesto las insuficiencias y recortes que encierra el texto por él elaborado y sus propuestas de políticas públicas. Se hace especial referencia a los riesgos que entraña para Argentina la adopción de las nociones de este organismo especializado.
This article intends to describe the scope of the right to work in the World Bank’s 2013 World Development Report: Jobs. In the first place, the article analyzes, from a legal prospective, the right to work as phrased in the main interna-tional human rights instruments. Academic comments and judicial developments are included in the analysis, as well as international organisms’ contributions. Second, the article compares this interpretation to the World Bank’s ideas on the issue, as expressed in the report. Through this comparison, the Bank’s contradictions and restrictive constructions become apparent. Finally, the article describes the risks faced by Argentina as a borrower country if its policies are de-signed according to the World Bank proposals.
O presente artigo de reflexão tem como objetivo descrever o alcance dado pelo Banco Mundial ao direito humano a trabalhar, em seu Informe Mundial de Desenvolvimento 2013, titulado Empleos. Primeiro é analisado, desde a her-menêutica jurídica, o conteúdo e possíveis consequências das normas que garantem o direito humano ao trabalho. Também são revisadas, para sustentar a interpretação, as posturas doutrinárias e jurisprudenciais aplicáveis, junto aos pronunciamentos dos organismos competentes. Depois é contrastada dita interpretação com a extensão reconhecida no informe do Banco Mundial e é posta em manifesto as insuficiências e recortes que encerra o texto e suas propostas de políticas públicas. É feita uma referência especial aos riscos que entranha para a Argentina a adoção das noções deste organismo especializado.
This article intends to describe the scope of the right to work in the World Bank’s 2013 World Development Report: Jobs. In the first place, the article analyzes, from a legal prospective, the right to work as phrased in the main interna-tional human rights instruments. Academic comments and judicial developments are included in the analysis, as well as international organisms’ contributions. Second, the article compares this interpretation to the World Bank’s ideas on the issue, as expressed in the report. Through this comparison, the Bank’s contradictions and restrictive constructions become apparent. Finally, the article describes the risks faced by Argentina as a borrower country if its policies are de-signed according to the World Bank proposals.
O presente artigo de reflexão tem como objetivo descrever o alcance dado pelo Banco Mundial ao direito humano a trabalhar, em seu Informe Mundial de Desenvolvimento 2013, titulado Empleos. Primeiro é analisado, desde a her-menêutica jurídica, o conteúdo e possíveis consequências das normas que garantem o direito humano ao trabalho. Também são revisadas, para sustentar a interpretação, as posturas doutrinárias e jurisprudenciais aplicáveis, junto aos pronunciamentos dos organismos competentes. Depois é contrastada dita interpretação com a extensão reconhecida no informe do Banco Mundial e é posta em manifesto as insuficiências e recortes que encerra o texto e suas propostas de políticas públicas. É feita uma referência especial aos riscos que entranha para a Argentina a adoção das noções deste organismo especializado.
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