Espacios para la memoria: Narrativas sobre la violencia
; Salerno, Melisa Anabella 
Otros responsables
Fecha
06/2016
Editorial
Universidade Estadual de Campinas
Revista
Revista de Arqueologia Pública
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
2237-8294
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Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
En este trabajo centramos nuestro interés en diversos “espacios para la memoria” surgidos como recordatorios de un pasado violento. Entre ellos consideramos los sitios donde se da cuenta de la antigua división de Alemania (representados por el tratamiento brindado a los restos del Muro de Berlín); los espacios para la memoria del bombardeo atómico sobre Japón (incluyendo los museos que refieren al tema en Hiroshima y Estados Unidos); los sitios para la reflexión sobre la última dictadura militar en Argentina (contando los ex centros clandestinos de detención, parques, plazoletas, monolitos, etc. en Buenos Aires). Nuestro objetivo reside en discutir la diversidad contenida en los proyectos ensayados. Para ello proponemos abordar la materialidad de los espacios construidos, las ideas y sensaciones a los que apelan, y las narrativas que pretenden construir. El enfoque permite comprender las tensiones que comúnmente involucra la construcción de la memoria en el presente.
Neste artigo concentramos o nosso interesse em vários "espaço para a memória" surgidos como recordações de um passado violento. Dentre eles, podemos considerar os sítios onde ser percebe a antiga divisão da Alemanha (representado pelo tratamento dado aos restos do Muro de Berlim); espaços de memória do bombardeio atômico sobre o Japão (incluindo o endereço dos museus sobre esse tema em Hiroshima e nos Estados Unidos); sítios para refletir sobre a última ditadura militar na Argentina (contando os antigos centros de detenção clandestinos, parques, praças, monolitos, etc, em Buenos Aires). Nosso objetivo é discutir a diversidade contida nos projetos analisados. Propomo-nos abordar a relevância dos espaços construídos, idéias e sentimentos e as narrativas que buscam construir. Uma abordagem que permite a compreensão das tensões que comumente envolvem a construção da memória no presente.
Neste artigo concentramos o nosso interesse em vários "espaço para a memória" surgidos como recordações de um passado violento. Dentre eles, podemos considerar os sítios onde ser percebe a antiga divisão da Alemanha (representado pelo tratamento dado aos restos do Muro de Berlim); espaços de memória do bombardeio atômico sobre o Japão (incluindo o endereço dos museus sobre esse tema em Hiroshima e nos Estados Unidos); sítios para refletir sobre a última ditadura militar na Argentina (contando os antigos centros de detenção clandestinos, parques, praças, monolitos, etc, em Buenos Aires). Nosso objetivo é discutir a diversidade contida nos projetos analisados. Propomo-nos abordar a relevância dos espaços construídos, idéias e sentimentos e as narrativas que buscam construir. Uma abordagem que permite a compreensão das tensões que comumente envolvem a construção da memória no presente.
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