"¿Pero vos nunca comiste carpincho?": resignificaciones locales de las prescripciones sobre el uso de la fauna nativa en los humedales del Delta Inferior del Paraná
; Straccia, Patricio Hernán
; Maestripieri, Esteban ; Liftenegger Briel, Alan Francis Otros responsables
Fecha
12/2016
Editorial
Universidad de Medellín
Revista
Ambiens
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
1853-7138
eISSN
2346-9269
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
En las últimas décadas, los humedales del Delta del Paraná se conformaron como un territorio en disputa entre múltiples agentes. Como parte de estas tensiones, existen propuestas de normativas que buscan establecer un marco orientado a la conservación del ecosistema, donde ciertas especies de la fauna nativa son particularmente valoradas por el discurso técnico-científico como elementos a conservar. El objetivo de esta ponencia es analizar las maneras en que los habitantes de la Zona Núcleo Forestal (ubicada en el Delta Inferior) resignifican las prescripciones de uso de la fauna nativa propuestas por los agentes hegemónicos que participan en la lucha por definir las formas más adecuadas de uso/apropiación del ambiente. Mediante un trabajo etnográfico de largo alcance hemos observado que resignifican de distintas maneras los elementos de sentido del discurso conservacionista según la práctica discursiva en la que se encuentran. Es decir, el texto-discurso varía según el contexto de producción y el contexto social más amplio. Así, plantearemos que los saberes locales son construidos y negociados en tensión con los técnico-científicos, y resaltaremos cómo la estrategia metodológica seleccionada se erige como herramienta fundamental para detectar prácticas de resistencia ocultas.
Nas últimas décadas, as zonas úmidas do Delta do Paraná são vistas como um território disputado entre vários agentes sociais. Como parte dessas tensões, há propostas que buscam estabelecer uma estrutura que visa a conservação do ecossistema em geral e da biodiversidade em particular. Este artigo tem como objetivo analisar as formas em que os habitantes de uma região do Baixo Delta do Rio Paraná ressignificam as prescrições para o uso dos animais nativos e, em particular, das espécies que são consideradas ameaçadas de extinção. Argumentamos que o dispositivo que vê a perda de biodiversidade como um problema é característica da fase da expansão do ambientalismo. Propomos que as subjetividades dos habitantes são moldadas pelos discursos que exaltam a necessidade de preservar a fauna nativa, e destacamos como através da metodologia etnográfica foi possível apreender quadros interpretativos locais que contrastam com o discurso científico-técnicos hegemônicos e que são práticas de resistência ocultas. Finalmente, notamos que os moradores jogam a racionalidade instrumental das lógicas conservacionistas e preservacionistas em certos contextos, enquanto em outros as confrontam a partir de uma racionalidade de pertencimento ao lugar.
Nas últimas décadas, as zonas úmidas do Delta do Paraná são vistas como um território disputado entre vários agentes sociais. Como parte dessas tensões, há propostas que buscam estabelecer uma estrutura que visa a conservação do ecossistema em geral e da biodiversidade em particular. Este artigo tem como objetivo analisar as formas em que os habitantes de uma região do Baixo Delta do Rio Paraná ressignificam as prescrições para o uso dos animais nativos e, em particular, das espécies que são consideradas ameaçadas de extinção. Argumentamos que o dispositivo que vê a perda de biodiversidade como um problema é característica da fase da expansão do ambientalismo. Propomos que as subjetividades dos habitantes são moldadas pelos discursos que exaltam a necessidade de preservar a fauna nativa, e destacamos como através da metodologia etnográfica foi possível apreender quadros interpretativos locais que contrastam com o discurso científico-técnicos hegemônicos e que são práticas de resistência ocultas. Finalmente, notamos que os moradores jogam a racionalidade instrumental das lógicas conservacionistas e preservacionistas em certos contextos, enquanto em outros as confrontam a partir de uma racionalidade de pertencimento ao lugar.
Nas últimas décadas, as zonas úmidas do Delta do Paraná são vistas como um território disputado entre vários agentes sociais. Como parte dessas tensões, há propostas que buscam estabelecer uma estrutura que visa a conservação do ecossistema em geral e da biodiversidade em particular. Este artigo tem como objetivo analisar as formas em que os habitantes de uma região do Baixo Delta do Rio Paraná ressignificam as prescrições para o uso dos animais nativos e, em particular, das espécies que são consideradas ameaçadas de extinção. Argumentamos que o dispositivo que vê a perda de biodiversidade como um problema é característica da fase da expansão do ambientalismo. Propomos que as subjetividades dos habitantes são moldadas pelos discursos que exaltam a necessidade de preservar a fauna nativa, e destacamos como através da metodologia etnográfica foi possível apreender quadros interpretativos locais que contrastam com o discurso científico-técnicos hegemônicos e que são práticas de resistência ocultas. Finalmente, notamos que os moradores jogam a racionalidade instrumental das lógicas conservacionistas e preservacionistas em certos contextos, enquanto em outros as confrontam a partir de uma racionalidade de pertencimento ao lugar.
Nas últimas décadas, as zonas úmidas do Delta do Paraná são vistas como um território disputado entre vários agentes sociais. Como parte dessas tensões, há propostas que buscam estabelecer uma estrutura que visa a conservação do ecossistema em geral e da biodiversidade em particular. Este artigo tem como objetivo analisar as formas em que os habitantes de uma região do Baixo Delta do Rio Paraná ressignificam as prescrições para o uso dos animais nativos e, em particular, das espécies que são consideradas ameaçadas de extinção. Argumentamos que o dispositivo que vê a perda de biodiversidade como um problema é característica da fase da expansão do ambientalismo. Propomos que as subjetividades dos habitantes são moldadas pelos discursos que exaltam a necessidade de preservar a fauna nativa, e destacamos como através da metodologia etnográfica foi possível apreender quadros interpretativos locais que contrastam com o discurso científico-técnicos hegemônicos e que são práticas de resistência ocultas. Finalmente, notamos que os moradores jogam a racionalidade instrumental das lógicas conservacionistas e preservacionistas em certos contextos, enquanto em outros as confrontam a partir de uma racionalidade de pertencimento ao lugar.
Colecciones
Aprobación
Revisión
Complementado por
Referenciado por
Licencia Creative Commons
Excepto donde se indique lo contrario, la licencia de este ítem se describe como by-nc-sa
