Embioptera shipley, 1904
; Costa Pinto, Paula Jéssica ; Juárez, María Laura 
Fecha
2023
Editorial
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia
Revista
Título del libro
Insetos do Brasil: Diversidade e Taxonomia
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
eISSN
ISBN
978-65-5633-046-4
Idioma
Portugués
Tipo del evento
Clasificación temática
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Resumen
Insetos hemimetábolos, terrestres, variando de 4 a 30 mm de comprimento. Corpo tubular, achatados dorso-ventralmente, adaptado ao seu modo de vida nos tubos de seda. São gregários, durante os primeiros estágios ninfais convivem com as fêmeas adultas. Vivem confinados nas galerias de seda que constroem por meio das glândulas de seda localizadas nos basitarsosanteriores. Ocelos ausentes. Antenas moniliformes. Prognatos, mandíbulas robustas nas fêmeas, nos machos tendem a redução do número de dentes incisivos e molares. Fêmeas ápteras, machos alados ou ápteros a nível de família (p. ex. Australembiidae), gênero (p. ex. Paedembia Ross), espécie (p. ex. Bulbocerca sini (Chamberlin)) ou populacional (p. ex. Pararhagadochir trachelia (Navás)). Órgão timpânico presente nos fêmures das pernas anteriores e médias em todos os embiópteros, nos fêmures das pernas posteriores presente somente nas famílias Anisembiidae e Australembiidae. Fêmur posterior bastante desenvolvido. Dimorfismo sexual acentuado a partir do terceiro estágio ninfal. Ovipositor reduzido. Aparelho copulador secundário formado por modificações dos últimos segmentos abdominais, incluindo os cercos. Cercos bissegmentados, segmento apical esquerdo nos machos reduzidos ou modificados em algumas famílias como em Anisembiidae e Australembiidae.
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