FASINPAT como modelo de autonomía obrera. Del derecho al trabajo a la disputa por la autogestión

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01/2019
Editorial
Nuestramérica
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Revista Nuestramérica
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0719-3092
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Español
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Resumen
En este artículo presento en detalle el recorrido histórico que conduce a la experiencia de autogestión de la fábrica FASINPAT (Neuquén, Argentina), mostrando cómo los trabajadorxs fueron construyendo sus argumentaciones en torno al “derecho al trabajo digno” para legitimar luego su derecho a la autogestión. En efecto, la idea es discutir cómo los trabajadorxs parten de un “derecho” lesionado y sentido como una injusticia, para avanzar hacia la reconstrucción colectiva de ese derecho ahora en clave autogestiva. Hacia el final del artículo describo los últimos desafíos que enfrenta FASINPAT y que abren nuevos interrogantes en torno a las denominadas fábricas recuperadas.
Neste artigo, apresento detalhadamente o percurso histórico que leva à experiência de autogestão da fábrica da FASINPAT (Neuquén, Argentina), mostrando como os trabalhadores estavam construindo seus argumentos sobre o "direito ao trabalho decente" para legitimar seu direito de auto-gestão Com efeito, a idéia é mostrar como os trabalhadores partem de um "direito" ferido e sentido como uma injustiça, para avançar para a reconstrução coletiva disso agora, numa chave autogerida. No final do artigo, descrevo os últimos desafios que o FASINPAT enfrenta e que abrem novas questões sobre as chamadas fábricas recuperadas.
In this article, I present in detail the historical journey that leads to the self-management experience of the FASINPAT factory (Neuquén, Argentina), showing how the workers were constructing their arguments about the "right to decent work" to legitimize their right to self-management In effect, the idea is to discuss how workers start from a "right" injured and felt as an injustice, to move towards the collective reconstruction of that right now in a self-managed key. Towards the end of the article, I describe the latest challenges that FASINPAT faces and that open new questions about the so-called recovered factories.
Neste artigo, apresento detalhadamente o percurso histórico que leva à experiência de autogestão da fábrica da FASINPAT (Neuquén, Argentina), mostrando como os trabalhadores estavam construindo seus argumentos sobre o "direito ao trabalho decente" para legitimar seu direito de auto-gestão Com efeito, a idéia é mostrar como os trabalhadores partem de um "direito" ferido e sentido como uma injustiça, para avançar para a reconstrução coletiva disso agora, numa chave autogerida. No final do artigo, descrevo os últimos desafios que o FASINPAT enfrenta e que abrem novas questões sobre as chamadas fábricas recuperadas.
In this article, I present in detail the historical journey that leads to the self-management experience of the FASINPAT factory (Neuquén, Argentina), showing how the workers were constructing their arguments about the "right to decent work" to legitimize their right to self-management In effect, the idea is to discuss how workers start from a "right" injured and felt as an injustice, to move towards the collective reconstruction of that right now in a self-managed key. Towards the end of the article, I describe the latest challenges that FASINPAT faces and that open new questions about the so-called recovered factories.
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