¿Hacia un nuevo paradigma?: El rol de los profesionales en la atención en salud sexual y (no) reproductiva de mujeres con discapacidad
; Ferrante, Carolina 
Otros responsables
Fecha
08/2026
Editorial
Universidade Federal de São Carlos
Revista
Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
2526-8910
eISSN
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Idioma
Español
Tipo del evento
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Palabras clave
Resumen
Introducción: El retorno de la democracia en Argentina impulsó avances en el reconocimiento de derechos para diversos colectivos, especialmente en materia de derechos sexuales y (no) reproductivos. Sin embargo, las personas con discapacidad continúan enfrentando múltiples barreras para acceder a servicios de salud sexual y reproductiva. Diversas investigaciones señalan que las barreras actitudinales de los profesionales de la salud constituyen uno de los principales obstáculos para el ejercicio de estos derechos. No obstante, investigaciones recientes permiten hipotetizar la emergencia de un nuevo paradigma en la atención de esta población en materia de salud sexual y reproductiva, conforme a una perspectiva de derechos. Objetivos: Pesentar los hallazgos de estas investigaciones, destacando el potencial rol aliado de los profesionales de la salud, en tanto un aspecto escasamente abordado en la literatura. Método: Se basa en dos investigaciones cualitativas desarrolladas de manera independiente sobre la salud sexual y (no) reproductiva de mujeres con discapacidad. Metodológicamente, el estudio se apoya en 38 entrevistas en profundidad realizadas a mujeres con discapacidades físicas, sensoriales e intelectuales (motriz, visual, auditiva e intelectual) residentes en la Región Metropolitana de Buenos Aires. Resultados: Los resultados muestran la relevancia que tiene para estas mujeres el vínculo con profesionales de la salud como interlocutores clave en materia de salud sexual y reproductiva. Conclusión: Se concluye la paulatina transición hacia un nuevo paradigma en la atención sanitaria, orientado a un mayor reconocimiento de sus derechos sexuales y reproductivos de estas mujeres.
Introduction: The return to democracy in Argentina fostered advances in the recognition of rights for diverse groups, especially regarding sexual and (non-) reproductive rights. However, persons with disabilities continue to face multiple barriers to accessing sexual and reproductive health services. Several studies indicate that attitudinal barriers among healthcare professionals constitute one of the main obstacles to the exercise of these rights. Nevertheless, recent research suggests the emergence of a new paradigm in care for this population in the field of sexual and reproductive health, in accordance with a rights-based perspective. Objective: To present the findings of these studies, highlighting the potential role of healthcare professionals as allies, an aspect that has been scarcely addressed in the literature. Method: This article is based on two independently conducted qualitative studies on the sexual and (non-)reproductive health of women with disabilities. Methodologically, the study draws on 38 in-depth interviews conducted with women with physical, sensory, and intellectual disabilities (motor, visual, hearing, and intellectual) residing in the Metropolitan Region of Buenos Aires, Argentina. Results: The findings show the importance that relationships with healthcare professionals have for these women, as key interlocutors in matters of sexual and reproductive health. Conclusion: The study concludes that there is a gradual transition toward a new paradigm in healthcare, oriented toward greater recognition of the sexual and reproductive rights of these women.
Introdução: O retorno da democracia na Argentina impulsionou avanços no reconhecimento de direitos para diversos grupos, especialmente em matéria de direitos sexuais e (não) reprodutivos. No entanto, as pessoas com deficiência continuam enfrentando múltiplas barreiras no acesso aos serviços de saúde sexual e reprodutiva. Diversas investigações apontam que as barreiras atitudinais dos profissionais de saúde constituem um dos principais obstáculos para o exercício desses direitos. Não obstante, pesquisas recentes sugerem a emergência de um novo paradigma na atenção a essa população em matéria de saúde sexual e reprodutiva, conforme uma perspectiva de direitos. Objetivo: Apresentar os achados dessas investigações, destacando o potencial papel aliado dos profissionais de saúde, aspecto ainda pouco abordado na literatura. Método: Este artigo baseia-se em duas pesquisas qualitativas desenvolvidas de maneira independente sobre a saúde sexual e (não) reprodutiva de mulheres com deficiência. Metodologicamente, o estudo apoia-se em 38 entrevistas em profundidade realizadas com mulheres com deficiências físicas, sensoriais e intelectuais (motora, visual, auditiva e intelectual) residentes na Região Metropolitana de Buenos Aires, Argentina. Resultados: Os resultados demonstram a relevância que o vínculo com profissionais de saúde, como interlocutores-chave em matéria de saúde sexual e reprodutiva, possui para essas mulheres. Conclusão: Conclui-se que há uma transição gradual em direção a um novo paradigma na atenção à saúde, orientado a um maior reconhecimento dos direitos sexuais e reprodutivos dessas mulheres.
Introduction: The return to democracy in Argentina fostered advances in the recognition of rights for diverse groups, especially regarding sexual and (non-) reproductive rights. However, persons with disabilities continue to face multiple barriers to accessing sexual and reproductive health services. Several studies indicate that attitudinal barriers among healthcare professionals constitute one of the main obstacles to the exercise of these rights. Nevertheless, recent research suggests the emergence of a new paradigm in care for this population in the field of sexual and reproductive health, in accordance with a rights-based perspective. Objective: To present the findings of these studies, highlighting the potential role of healthcare professionals as allies, an aspect that has been scarcely addressed in the literature. Method: This article is based on two independently conducted qualitative studies on the sexual and (non-)reproductive health of women with disabilities. Methodologically, the study draws on 38 in-depth interviews conducted with women with physical, sensory, and intellectual disabilities (motor, visual, hearing, and intellectual) residing in the Metropolitan Region of Buenos Aires, Argentina. Results: The findings show the importance that relationships with healthcare professionals have for these women, as key interlocutors in matters of sexual and reproductive health. Conclusion: The study concludes that there is a gradual transition toward a new paradigm in healthcare, oriented toward greater recognition of the sexual and reproductive rights of these women.
Introdução: O retorno da democracia na Argentina impulsionou avanços no reconhecimento de direitos para diversos grupos, especialmente em matéria de direitos sexuais e (não) reprodutivos. No entanto, as pessoas com deficiência continuam enfrentando múltiplas barreiras no acesso aos serviços de saúde sexual e reprodutiva. Diversas investigações apontam que as barreiras atitudinais dos profissionais de saúde constituem um dos principais obstáculos para o exercício desses direitos. Não obstante, pesquisas recentes sugerem a emergência de um novo paradigma na atenção a essa população em matéria de saúde sexual e reprodutiva, conforme uma perspectiva de direitos. Objetivo: Apresentar os achados dessas investigações, destacando o potencial papel aliado dos profissionais de saúde, aspecto ainda pouco abordado na literatura. Método: Este artigo baseia-se em duas pesquisas qualitativas desenvolvidas de maneira independente sobre a saúde sexual e (não) reprodutiva de mulheres com deficiência. Metodologicamente, o estudo apoia-se em 38 entrevistas em profundidade realizadas com mulheres com deficiências físicas, sensoriais e intelectuais (motora, visual, auditiva e intelectual) residentes na Região Metropolitana de Buenos Aires, Argentina. Resultados: Os resultados demonstram a relevância que o vínculo com profissionais de saúde, como interlocutores-chave em matéria de saúde sexual e reprodutiva, possui para essas mulheres. Conclusão: Conclui-se que há uma transição gradual em direção a um novo paradigma na atenção à saúde, orientado a um maior reconhecimento dos direitos sexuais e reprodutivos dessas mulheres.
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