Etnografía e intervención: posiciones, colabor y horizontes de extensión en una investigación con jóvenes en y fuera de una escuela

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Fecha
06/2024
Editorial
Universidad Nacional del Litoral
Revista
+E: Revista de Extensión Universitaria
Título del libro
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Institución organizadora
ISSN
2346-9986
eISSN
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Idioma
Español
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Palabras clave
Resumen
Reflexiono sobre la oportunidad que una investigación etnográfica significó para el desarrollo de aquello que no le es propio: una serie de prácticas de intervención, así como sobre sus posibles vínculos con la extensión. Busco responder -de forma situada- cómo se procesan sus lógicas y horizontes diferentes y cómo la primera puede significar un aporte a la segunda. Parto del análisis de registros de dos trabajos de campo con jóvenes de la periferia de Paraná en el marco de planes de trabajo como investigadora del Instituto de Estudios Sociales de UNER y CONICET y revisito un recorrido previo como extensionista en el Área de Comunicación Comunitaria de la Facultad de Ciencias de la Educación de dicha Universidad. Propongo la perspectiva etnográfica como oportunidad y escenario propicio para el inicio de una práctica de intervención que, realizada por una trabajadora del sistema científico-universitario, puede ingresar al ámbito de la extensión.
Reflection on the opportunity that ethnographic research meant for the development: a series of intervention practices as well as on its possible links with extension. Busco answers —situatedly— how their different logics and horizons are processed and how the first can mean a contribution to the second. I start from the analysis of records of two field works with young people from the periphery of Paraná within the framework of work plans as a researcher at the Institute of Social Studies of UNER and CONICET and revisit a previous journey as an extensionist in the Community Communication Area of the Faculty of Educational Sciences of said University. I propose the ethnographic perspective as an opportunity and favorable scenario for the beginning of an intervention practice that, carried out by a worker from the scientific–university system, can enter the scope of extension.
Reflito sobre a oportunidade que uma pesquisa etnográfica significou para o desenvolvimento de uma série de práticas de intervenção e os seus vínculos com a extensão. Procuro responder —de forma situada— como se processam suas diferentes lógicas e horizontes e como a primeira pode significar uma contribuição para o segundo. Parto da análise de registros de dois trabalhos de campo com jovens da periferia de Paraná no âmbito de planos de trabalho como pesquisadora do Instituto de Estudos Sociais da Universidade Nacional de Entre Rios (UNER) e do Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas (CONICET) e revisito uma trajetória anterior como extensionista na Área de Comunicação Comunitária Área na Faculdade de Ciências da Educação da referida Universidade. Proponho a perspectiva etnográfica como oportunidade e cenário favorável para uma prática de intervenção que, realizada por uma trabalhadora do sistema científico–universitário, pode ingressar ao âmbito da extensão.
Reflection on the opportunity that ethnographic research meant for the development: a series of intervention practices as well as on its possible links with extension. Busco answers —situatedly— how their different logics and horizons are processed and how the first can mean a contribution to the second. I start from the analysis of records of two field works with young people from the periphery of Paraná within the framework of work plans as a researcher at the Institute of Social Studies of UNER and CONICET and revisit a previous journey as an extensionist in the Community Communication Area of the Faculty of Educational Sciences of said University. I propose the ethnographic perspective as an opportunity and favorable scenario for the beginning of an intervention practice that, carried out by a worker from the scientific–university system, can enter the scope of extension.
Reflito sobre a oportunidade que uma pesquisa etnográfica significou para o desenvolvimento de uma série de práticas de intervenção e os seus vínculos com a extensão. Procuro responder —de forma situada— como se processam suas diferentes lógicas e horizontes e como a primeira pode significar uma contribuição para o segundo. Parto da análise de registros de dois trabalhos de campo com jovens da periferia de Paraná no âmbito de planos de trabalho como pesquisadora do Instituto de Estudos Sociais da Universidade Nacional de Entre Rios (UNER) e do Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas (CONICET) e revisito uma trajetória anterior como extensionista na Área de Comunicação Comunitária Área na Faculdade de Ciências da Educação da referida Universidade. Proponho a perspectiva etnográfica como oportunidade e cenário favorável para uma prática de intervenção que, realizada por uma trabalhadora do sistema científico–universitário, pode ingressar ao âmbito da extensão.
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