Nombre, linaje, parientes: usos y sentidos de las categorías de parentesco entre las personas que buscan sus orígenes en Argentina

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Fecha
01/2020
Editorial
Universidad de los Andes. Facultad de Ciencias Sociales
Revista
Revista de Estudios Sociales
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Institución organizadora
ISSN
0123-885X
eISSN
1900-5180
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Resumen
A partir de una investigación realizada entre 2010 y 2016 con activistas que buscan sus orígenes en Argentina, este artículo analiza los sentidos y usos que estos efectúan de su nombre y apellido, y las formas en que se refieren a sus parientes de crianza. De este modo, procura contribuir a los debates antropológicos sobre la nomenclatura del parentesco, el emparentamiento y las relaciones de conectividad. La hipótesis del trabajo sostiene que la modificación del nombre o del apellido puede conceptualizarse como una práctica rectificadora tendiente a la afirmación de la propia agencia respecto a la construcción de la identidad personal. Si bien esta desinscripción del linaje al utilizar nombres o apellidos alternativos no se materializa en documentos personales, tiene efectos en otras esferas de la vida social, en las cuales estas personas son reconocidas a partir de las nuevas nominaciones.
Based on research conducted between 2010 and 2016 with activists seeking their origins in Argentina, this article analyzes the meanings and uses they make of their first and last names, and the ways in which they refer to their foster families. In this respect, it seeks to contribute to anthropological debates on the nomenclature of kinship, parentage, and connectivity relations. The hypothesis of this article maintains that the modification of the name or surname can be conceptualized as a rectifying practice tending to the affirmation of the agency itself with respect to the construction of personal identity. Although this de-registration of lineage by using alternative names or surnames does not materialize in personal documents, it affects other spheres of social life, in which these people are recognized by the new names.
A partir de uma pesquisa realizada entre 2010 e 2016 com ativistas que procuravam suas origens na Argentina, este artigo analisa os sentidos e os usos que eles fazem de seu nome e sobrenome, bem como as formas em que se referem a seus parentes de criação. Desse modo, pretende contribuir para os debates antropológicos sobre a nomenclatura do parentesco, o emparentamento e as relações de conectividade. Levanta-se a hipótese de que a modificação do nome ou do sobrenome pode ser conceitualizada como uma prática retificadora que tende a afirmar a própria agência a respeito da construção da identidade pessoal. Embora essa desvinculação da linhagem ao utilizar nomes ou sobrenomes alternativos não seja materializada em documentos pessoais, tem efeitos em outras esferas da vida social, nas quais essas pessoas são reconhecidas a partir das novas nominações.
Based on research conducted between 2010 and 2016 with activists seeking their origins in Argentina, this article analyzes the meanings and uses they make of their first and last names, and the ways in which they refer to their foster families. In this respect, it seeks to contribute to anthropological debates on the nomenclature of kinship, parentage, and connectivity relations. The hypothesis of this article maintains that the modification of the name or surname can be conceptualized as a rectifying practice tending to the affirmation of the agency itself with respect to the construction of personal identity. Although this de-registration of lineage by using alternative names or surnames does not materialize in personal documents, it affects other spheres of social life, in which these people are recognized by the new names.
A partir de uma pesquisa realizada entre 2010 e 2016 com ativistas que procuravam suas origens na Argentina, este artigo analisa os sentidos e os usos que eles fazem de seu nome e sobrenome, bem como as formas em que se referem a seus parentes de criação. Desse modo, pretende contribuir para os debates antropológicos sobre a nomenclatura do parentesco, o emparentamento e as relações de conectividade. Levanta-se a hipótese de que a modificação do nome ou do sobrenome pode ser conceitualizada como uma prática retificadora que tende a afirmar a própria agência a respeito da construção da identidade pessoal. Embora essa desvinculação da linhagem ao utilizar nomes ou sobrenomes alternativos não seja materializada em documentos pessoais, tem efeitos em outras esferas da vida social, nas quais essas pessoas são reconhecidas a partir das novas nominações.
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