Dictadura, turismo e intervención en espacios del pasado: La reconstrucción de Quilmes. Tucumán, Argentina (1977-1980)

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Fecha
10/2024
Editorial
Universidade Federal do Paraná
Revista
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ISSN
2317-6830
eISSN
2764-9792
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Idioma
Español
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Resumen
El objetivo de este artículo es revisar el proceso largo de turistificación del sitio del pasado indígena “Ciudad Sagrada de Quilmes” en Tucumán, Argentina, a fin de comprender cómo el Estado provincial fue construyendo progresivamente un sentido turístico sobre el mismo que se impuso a otros posibles y subsiste -no sin tensiones- hasta la actualidad. A través del análisis de documentación oficial, normativa, de archivo y de prensa, se aborda la inclusión del sitio en del conjunto de “atractivos” provinciales desde 1940. Luego se focaliza en su reconstrucción en el marco del NOA Turístico, programa de la dictadura militar que respondió a un contexto histórico preciso y acordó con actores ideológicamente afines. Por último, se destaca la vinculación histórica de los programas turísticos con políticas expropiatorias, que en el caso de Quilmes tiene características particulares.
The objective of this article is to review the long process of touristification of the site of the indigenous past “Sacred City of Quilmes” in Tucumán, Argentina, to understand how the provincial State was progressively building a tourist sense of it that was imposed to other possible ones and subsists – not without tensions – until today. Through the analysis of official, regulatory, archive, and press documentation, the inclusion of the site in the set of provincial “attractions” since 1940 is addressed. Then it focuses on its reconstruction within the framework of the Tourist NOA, a program of the dictatorship military that responded to a precise historical context and agreed with ideologically related actors. Finally, the historical link of the tourist programs with expropriation policies is highlighted, which in the case of Quilmes has particular characteristics.
O objetivo deste artigo é revisar o longo processo de turistificação do sítio do passado indígena “Cidade Sagrada de Quilmes” em Tucumán, Argentina, a fim de compreender como o Estado provincial foi construindo progressivamente um sentido turístico sobre ele que se impôs a outros possíveis e subsiste – não sem tensões - até hoje. Através da análise de documentação oficial, regulamentar, de arquivo e imprensa, aborda-se a inclusão do local no conjunto das “atracções” provinciais desde 1940. Em seguida, centra-se a sua reconstrução no âmbito do NOA Turístico, programa da ditadura militar que responderam a um contexto histórico preciso e concordaram com atores ideologicamente relacionados. Por fim, destaca-se a vinculação histórica dos programas turísticos com as políticas de expropriação, que no caso de Quilmes tem características particulares.
The objective of this article is to review the long process of touristification of the site of the indigenous past “Sacred City of Quilmes” in Tucumán, Argentina, to understand how the provincial State was progressively building a tourist sense of it that was imposed to other possible ones and subsists – not without tensions – until today. Through the analysis of official, regulatory, archive, and press documentation, the inclusion of the site in the set of provincial “attractions” since 1940 is addressed. Then it focuses on its reconstruction within the framework of the Tourist NOA, a program of the dictatorship military that responded to a precise historical context and agreed with ideologically related actors. Finally, the historical link of the tourist programs with expropriation policies is highlighted, which in the case of Quilmes has particular characteristics.
O objetivo deste artigo é revisar o longo processo de turistificação do sítio do passado indígena “Cidade Sagrada de Quilmes” em Tucumán, Argentina, a fim de compreender como o Estado provincial foi construindo progressivamente um sentido turístico sobre ele que se impôs a outros possíveis e subsiste – não sem tensões - até hoje. Através da análise de documentação oficial, regulamentar, de arquivo e imprensa, aborda-se a inclusão do local no conjunto das “atracções” provinciais desde 1940. Em seguida, centra-se a sua reconstrução no âmbito do NOA Turístico, programa da ditadura militar que responderam a um contexto histórico preciso e concordaram com atores ideologicamente relacionados. Por fim, destaca-se a vinculação histórica dos programas turísticos com as políticas de expropriação, que no caso de Quilmes tem características particulares.
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