Protección social y políticas de promoción de la economía social y popular en Argentina: Estrategias y problemas en el periodo 2003-2019

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Fecha
08/2020
Editorial
Associação Brasileira de Estudos do Trabalho
Revista
Revista Da Abet
Título del libro
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Institución organizadora
ISSN
1676-4439
eISSN
1679-2483
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
El objetivo del artículo es problematizar las formas de protección social del trabajo no asalariado implementadas en Argentina entre 2003 y 2019. Específicamente consideramos las nuevas formas de protección creadas a partir del proceso de institucionalización de las políticas de fomento de la economía social y la economía popular. El análisis aborda dos nudos problemáticos que deben ser considerados en la construcción de sistemas de protección social igualitarios y de calidad, a partir del reconocimiento del carácter particular de estas formas de trabajo: 1) la tensión entre el trabajo y la asistencia en las políticas de promoción de la economía social y la economía popular en Argentina; y 2) los límites del trabajo asalariado como horizonte de sentido en la definición del sujeto de la protección y las estrategias estatales desplegadas.
This article tackles self-managed labor social protection policies implemented in Argentina between 2003 and 2019. Specifically, we consider new forms of social protection that emerged due to the process of institutionalization of social economy and popular economy. In the set-up of egalitarian and quality social protection systems based on the recognition of the particular nature of self-managed labor, two dimensions should be analyzed: 1) tensions among work and assistance in the construction of policies to promote the social economy and the popular economy in Argentina; and 2) limits between salaried work as an objective in the definition of the subject of protection and the public policies developed.
O objetivo do artigo é problematizar as formas de proteção social do trabalho autogestionário implementadas na Argentina entre 2003 e 2019. Especificamente, consideramos as novas formas de proteção criadas a partir do processo de institucionalização das politicas da economia social e da economia popular. A análise aborda dois problemas que devem ser considerados para avançar na construção de sistemas de proteção social iguais e de qualidade, com base no reconhecimento da natureza particular do trabalho autogestionário: 1) a tensão entre trabalho e assistência nas políticas para promover a economia social e a economia popular na Argentina; e 2) os limites do trabalho assalariado como horizonte de significado na definição do sujeito da proteção e nas estratégias estatais implantadas.
This article tackles self-managed labor social protection policies implemented in Argentina between 2003 and 2019. Specifically, we consider new forms of social protection that emerged due to the process of institutionalization of social economy and popular economy. In the set-up of egalitarian and quality social protection systems based on the recognition of the particular nature of self-managed labor, two dimensions should be analyzed: 1) tensions among work and assistance in the construction of policies to promote the social economy and the popular economy in Argentina; and 2) limits between salaried work as an objective in the definition of the subject of protection and the public policies developed.
O objetivo do artigo é problematizar as formas de proteção social do trabalho autogestionário implementadas na Argentina entre 2003 e 2019. Especificamente, consideramos as novas formas de proteção criadas a partir do processo de institucionalização das politicas da economia social e da economia popular. A análise aborda dois problemas que devem ser considerados para avançar na construção de sistemas de proteção social iguais e de qualidade, com base no reconhecimento da natureza particular do trabalho autogestionário: 1) a tensão entre trabalho e assistência nas políticas para promover a economia social e a economia popular na Argentina; e 2) os limites do trabalho assalariado como horizonte de significado na definição do sujeito da proteção e nas estratégias estatais implantadas.
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