Didáctica de la argumentación para el nivel superior: Sujetos, prácticas y teorías

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Fecha
12/2025
Editorial
Universidade Estadual do Oeste do Paraná
Revista
Linguas & Letras
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ISSN
1517-7238
eISSN
1981-4755
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Idioma
Español
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Resumen
El artículo propone los fundamentos de una didáctica de la argumentación específica para el nivel superior, entendida como un campo orientado a enseñar esta práctica social del lenguaje en contextos universitarios. A partir de un estudio de casos múltiples en carreras de Letras y Biología de universidades públicas argentinas, se analizan prácticas de enseñanza que integran la escritura argumentativa como recurso epistémico y objeto de enseñanza. En Letras, la producción de ponencias académicas sitúa a los estudiantes como autores en su comunidad disciplinar; en Biología, las consignas promueven el razonamiento y la articulación de conceptos como forma de comprender la disciplina. El análisis identifica condiciones didácticas clave: diseño de consignas auténticas, intervenciones docentes dialógicas, construcción de medios cooperativos y retroalimentación formativa. Se plantea un continuum entre la argumentación como objeto y herramienta de enseñanza, subrayando su especificidad disciplinar, su integración curricular progresiva, la autenticidad de las tareas y la mediación dialógica. La investigación concluye que la enseñanza de la argumentación en la universidad requiere superar la “ilusión de a-didactismo” y asumirla como responsabilidad transversal, ética y epistémica para formar profesionales capaces de intervenir con fundamento en sus campos profesionales.
This article outlines the foundations of a didactics of argumentation specific to higher education, understood as a field aimed at teaching this social language practice in university contexts. Based on a multiple-case study conducted in Literature and Biology degree programs at Argentine public universities, we analyze teaching practices that integrate argumentative writing as both an epistemic tool and an object of instruction. In Literature, the production of academic conference papers positions students as authors within their disciplinary community; in Biology, task prompts foster reasoning and the articulation of concepts as a way of understanding the discipline. The analysis identifies key didactic conditions: the design of authentic tasks, dialogic teacher interventions, the construction of cooperative mediational means, and formative feedback. The study proposes a continuum between argumentation as an object and as a tool of teaching, highlighting its disciplinary specificity, its progressive curricular integration, the authenticity of tasks, and dialogic mediation. The research concludes that teaching argumentation at the university level requires overcoming the “illusion of a-didacticism” and assuming it as a transversal ethical and epistemic responsibility to educate professionals capable of intervening with well-founded arguments in their professional fields.
O artigo apresenta os fundamentos de uma didática da argumentação específica para o ensino superior, entendida como um campo voltado a ensinar essa prática social da linguagem em contextos universitários. A partir de um estudo de casos múltiplos em cursos de Letras e Biologia de universidades públicas argentinas, analisam-se práticas de ensino que integram a escrita argumentativa como ferramenta epistêmica e como objeto de ensino. Em Letras, a produção de comunicações acadêmicas posiciona os estudantes como autores em sua comunidade disciplinar; em Biologia, as propostas de atividades favorecem o raciocínio e a articulação de conceitos como forma de compreender a disciplina. A análise identifica condições didáticas centrais: elaboração de tarefas autênticas, intervenções docentes dialógicas, construção de meios cooperativos e devolutivas formativas. Propõe-se um continuum entre a argumentação como objeto e como ferramenta de ensino, destacando sua especificidade disciplinar, sua integração curricular progressiva, a autenticidade das tarefas e a mediação dialógica. A pesquisa conclui que o ensino da argumentação na universidade requer superar a “ilusão do a-didatismo” e assumi-lo como uma responsabilidade transversal, ética e epistêmica para formar profissionais capazes de intervir com fundamentação em seus campos de atuação.
This article outlines the foundations of a didactics of argumentation specific to higher education, understood as a field aimed at teaching this social language practice in university contexts. Based on a multiple-case study conducted in Literature and Biology degree programs at Argentine public universities, we analyze teaching practices that integrate argumentative writing as both an epistemic tool and an object of instruction. In Literature, the production of academic conference papers positions students as authors within their disciplinary community; in Biology, task prompts foster reasoning and the articulation of concepts as a way of understanding the discipline. The analysis identifies key didactic conditions: the design of authentic tasks, dialogic teacher interventions, the construction of cooperative mediational means, and formative feedback. The study proposes a continuum between argumentation as an object and as a tool of teaching, highlighting its disciplinary specificity, its progressive curricular integration, the authenticity of tasks, and dialogic mediation. The research concludes that teaching argumentation at the university level requires overcoming the “illusion of a-didacticism” and assuming it as a transversal ethical and epistemic responsibility to educate professionals capable of intervening with well-founded arguments in their professional fields.
O artigo apresenta os fundamentos de uma didática da argumentação específica para o ensino superior, entendida como um campo voltado a ensinar essa prática social da linguagem em contextos universitários. A partir de um estudo de casos múltiplos em cursos de Letras e Biologia de universidades públicas argentinas, analisam-se práticas de ensino que integram a escrita argumentativa como ferramenta epistêmica e como objeto de ensino. Em Letras, a produção de comunicações acadêmicas posiciona os estudantes como autores em sua comunidade disciplinar; em Biologia, as propostas de atividades favorecem o raciocínio e a articulação de conceitos como forma de compreender a disciplina. A análise identifica condições didáticas centrais: elaboração de tarefas autênticas, intervenções docentes dialógicas, construção de meios cooperativos e devolutivas formativas. Propõe-se um continuum entre a argumentação como objeto e como ferramenta de ensino, destacando sua especificidade disciplinar, sua integração curricular progressiva, a autenticidade das tarefas e a mediação dialógica. A pesquisa conclui que o ensino da argumentação na universidade requer superar a “ilusão do a-didatismo” e assumi-lo como uma responsabilidade transversal, ética e epistêmica para formar profissionais capazes de intervir com fundamentação em seus campos de atuação.
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