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Modes de subjectivation et pratiques de liberté autour du "Délit de solidarité"

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Fecha

12/2018

Editorial

Pontifícia Universidade Católica do Paraná

Revista

Revista de Filosofia

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ISSN

0104-4443

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Idioma

Francés

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Resumen

Récemment, le Conseil Constitutionnel français a invoqué le Principe de Fraternité pour révoquer les condamnations que, au nom du “Délit de Solidarité” (L622-1 CESEDA) punissent l’aide portée aux migrants en France. Dans cet article, nous mènerons une analyse de cas, d’après le prisme philosophique foucauldien, pour mettre en valeur la portée les modes de subjectivation concrets à partir lesquels, dans un contexte de crise humanitaire migrante à échelle mondiale, la solidarité et la fraternité sont devenues des actes de désobéissance. Nous analyserons la portée éthique et politique de ces pratiques, leur capacité de faire “actualité”, et nous tenterons, avec elles, de fournir des pistes le champ d’expériences ouvert par la conceptualisation foucauldienne des “pratiques de liberté” en valorisant leur allure collective.
Recently, the French Constitutional Council invoked the Principle of Fraternity to revoke the condemnations that, in the name of the "Crime of solidarity" (L622-1 CESEDA), punish the help given to migrants in France. In this article, we will carry out a case analysis, according to the Foucauldian philosophical prism, to highlight the scope of the concrete modes of subjectivation from which, in a context of global humanitarian migrant crisis, solidarity and fraternity have become acts of disobedience. We will analyze the ethical and political scope of these practices, their ability to make "actuality", and we will attempt, with them, to provide insights into the field of experiences opened by Foucauldian conceptualization of "practices of freedom" by enhancing their collective status.
Recentemente, o Conselho Constitucional francês invocou o Princípio da Fraternidade para revogar as condenações que, em nome do "Crime de solidariedade" (L622-1 CESEDA), punem a ajuda dada aos migrantes na França. Neste artigo, realizaremos uma análise de caso, segundo o prisma filosófico foucaultiano, para destacar o alcance dos modos concretos de subjetivação dos quais, num contexto de crise migratória humanitária global, a solidariedade e a fraternidade se tornaram atos de desobediência. Analisaremos o alcance ético e político dessas práticas, sua capacidade de fazer a "atualidade" e tentaremos, com elas, fornecer insights sobre o campo de experiências aberto pela conceituação foucaultiana de "práticas de liberdade", reforçando seu estatuto coletivo.

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