Las “masacres” y la “cultura” en la producción de memorias entre colectivos pilagá y qom en contextos interculturales
; Gustavsson, Anne Thérése Ellen 
Otros responsables
Fecha
01/2022
Editorial
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Revista
Mana
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
0104-9313
eISSN
1678-4944
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
Analizamos los modos en que algunos colectivos indígenas toba o qom y pilagá de Formosa, Argentina, se relacionan con el pasado en el marco de investigaciones participativas enfocadas en la producción de memorias junto con actores no indígenas. Consideramos los modos en que la historia reciente sedimentó en las experiencias y prácticas actuales de los colectivos, e indagamos en situaciones concretas de producción de memorias identificando nociones claves y tensiones en la elaboración de historicidades. Observamos que tales nociones divergen entre ambos colectivos. En el caso qom, activar memorias en torno a la “cultura” de antes forma parte de los proyectos y prácticas cotidianos de algunas y algunos actores con los cuales trabajamos. Mientras que para nuestras y nuestros interlocutoras/es pilagá el trabajo de memoria sobre el pasado indígena prioriza la reflexión e indagación sobre episodios de violencia que sufrieron ellos.
We analyse how some Toba or Qom and Pilagá Indigenous groups in Formosa, Argentina relate to their past in the context of participatory research projects focused on the production of memories alongside non-indigenous actors. We consider how recent history has become sedimented in these groups’ current positionings and practices and inquire into concrete situations of memory production by identifying key notions, as well as tensions in the construction of their historicities. We observe that the notions mobilized diverge between both groups. In the Qom case, memories about the “culture” they once had are activated and become part of their everyday practices and projects. In contrast, for our Pilagá interlocutors, memory work on the Indigenous past prioritizes reflections of and research on episodes of violence suffered by their people.
Analisamos os modos com que alguns coletivos indígenas toba qom e pilagá de Formosa, Argentina, se relacionam com o passado no marco de pesquisas participativas focadas na produção de memórias junto com atores não indígenas. Consideramos os modos com que a história recente se sedimentou nos posicionamentos atuais dos coletivos e indagamos sobre situações concretas de produção de memórias identificando noções-chave e tensões na elaboração de historicidades. Observamos que tais noções divergem entre os dois coletivos. No caso qom, ativar memórias sobre a “cultura” do passado faz parte dos projetos e das práticas cotidianos de algumas/alguns atores com os quais trabalhamos. Já entre nossas/os interlocutores pilagá, o trabalho de memória sobre o passado indígena prioriza a reflexão e a indagação sobre episódios de violência sofridos por eles.
We analyse how some Toba or Qom and Pilagá Indigenous groups in Formosa, Argentina relate to their past in the context of participatory research projects focused on the production of memories alongside non-indigenous actors. We consider how recent history has become sedimented in these groups’ current positionings and practices and inquire into concrete situations of memory production by identifying key notions, as well as tensions in the construction of their historicities. We observe that the notions mobilized diverge between both groups. In the Qom case, memories about the “culture” they once had are activated and become part of their everyday practices and projects. In contrast, for our Pilagá interlocutors, memory work on the Indigenous past prioritizes reflections of and research on episodes of violence suffered by their people.
Analisamos os modos com que alguns coletivos indígenas toba qom e pilagá de Formosa, Argentina, se relacionam com o passado no marco de pesquisas participativas focadas na produção de memórias junto com atores não indígenas. Consideramos os modos com que a história recente se sedimentou nos posicionamentos atuais dos coletivos e indagamos sobre situações concretas de produção de memórias identificando noções-chave e tensões na elaboração de historicidades. Observamos que tais noções divergem entre os dois coletivos. No caso qom, ativar memórias sobre a “cultura” do passado faz parte dos projetos e das práticas cotidianos de algumas/alguns atores com os quais trabalhamos. Já entre nossas/os interlocutores pilagá, o trabalho de memória sobre o passado indígena prioriza a reflexão e a indagação sobre episódios de violência sofridos por eles.
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