La clase como lenguaje de organización política: Diálogos etnográficos a partir de estudios con organizaciones de trabajadores/as en Argentina
; Wolanski, Sandra Ileana 
Otros responsables
Fecha
12/2020
Editorial
Centro de Estudios e Investigaciones Laborales; Centro de Investigación y Estudios Superiores en Antropología Social
Revista
Revista Latinoamericana de Antropología del Trabajo
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Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
2591-2755
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Idioma
Español
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Resumen
En este artículo se interrogan los lenguajes y relaciones en base a los cuales se modelan los proyectos políticos de clase que sostienen dos colectivos de trabajadores(as) organizados que a priori suelen ser definidos como contrapuestos a partir de dicotomías como asalariados y no asalariados, formales e informales, sindicatos y movimientos sociales. Por un lado, una cooperativa de vendedores(as) ambulantes del ferrocarril, en el marco de la Unión de Trabajadores de la Economía Popular; por el otro, un sindicato de trabajadores/as de las telecomunicaciones. En diálogo con los desarrollos en antropología que han propuesto la fertilidad de una perspectiva etnográfica en el análisis de la producción de procesos y relaciones de desigualdad social, mostramos la centralidad que adquiere el lenguaje de clase en la construcción de horizontes de lucha común. Nuestro análisis destaca el trabajo pedagógico desplegado por las organizaciones y la centralidad de las relaciones generacionales, a partir de las cuales se actualizan en el presente experiencias y memorias encarnadas desde las que se modelan proyectos de construcción colectiva como trabajadores/as.
Este artigo examina os linguagens e as relações em que são modelados os projetos políticos de classe, que sustentam dois colectivos organizados de trabalhadores que a priori são normalmente definidos em oposição, com base em dicotomias como assalariados e não assalariados, formais e informais, sindicatos e movimentos sociais. Por um lado, uma cooperativa de vendedores ambulantes da ferrovia, no âmbito da União de Trabalhadores da Economia Popular; por outro, existe um sindicato de trabalhadores das telecomunicações. Em diálogo com os desenvolvimentos da antropologia que têm proposto a fertilidade de uma perspectiva etnográfica na análise da produção de processos e relações de desigualdade social, mostramos a centralidade que a linguagem da classe adquire na construção de horizontes de luta comum. A nossa análise destaca o trabalho pedagógico realizado pelas organizações e a centralidade das relações geracionais, a partir das quais as experiências e memórias encarnadas são atualizadas no presente, a partir das quais os projetos de construção coletiva são modelados como trabalhadores.
This paper examines the languages and relations upon which are based the class political projects sustained by two organized workers’ collectives that are usually defined as contrasting, on the basis of dichotomies such as wage-earners and non-wage-earners, formal and informal, unions and social movements. On the one hand, a cooperative of street vendors in the railways, within the framework of the Union of Workers of the Popular Economy; on the other, a trade union of telecommunications workers. In a dialogue with recent research in anthropology that has proposed the fertility of an ethnographic perspective in the analysis of the production of processes and relations of social inequality, we show the centrality of the language of the class in the construction of horizons of common struggle. Our analysis highlights the pedagogical work carried out by the organizations and the significance of generational relations, which function as the basis for the actualization of embodied past memories and experiences as well as for the construction of workers’ collective projects.
Este artigo examina os linguagens e as relações em que são modelados os projetos políticos de classe, que sustentam dois colectivos organizados de trabalhadores que a priori são normalmente definidos em oposição, com base em dicotomias como assalariados e não assalariados, formais e informais, sindicatos e movimentos sociais. Por um lado, uma cooperativa de vendedores ambulantes da ferrovia, no âmbito da União de Trabalhadores da Economia Popular; por outro, existe um sindicato de trabalhadores das telecomunicações. Em diálogo com os desenvolvimentos da antropologia que têm proposto a fertilidade de uma perspectiva etnográfica na análise da produção de processos e relações de desigualdade social, mostramos a centralidade que a linguagem da classe adquire na construção de horizontes de luta comum. A nossa análise destaca o trabalho pedagógico realizado pelas organizações e a centralidade das relações geracionais, a partir das quais as experiências e memórias encarnadas são atualizadas no presente, a partir das quais os projetos de construção coletiva são modelados como trabalhadores.
This paper examines the languages and relations upon which are based the class political projects sustained by two organized workers’ collectives that are usually defined as contrasting, on the basis of dichotomies such as wage-earners and non-wage-earners, formal and informal, unions and social movements. On the one hand, a cooperative of street vendors in the railways, within the framework of the Union of Workers of the Popular Economy; on the other, a trade union of telecommunications workers. In a dialogue with recent research in anthropology that has proposed the fertility of an ethnographic perspective in the analysis of the production of processes and relations of social inequality, we show the centrality of the language of the class in the construction of horizons of common struggle. Our analysis highlights the pedagogical work carried out by the organizations and the significance of generational relations, which function as the basis for the actualization of embodied past memories and experiences as well as for the construction of workers’ collective projects.
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